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"Desenhando com o lado direito do cérebro"
Betty Edwards - Ediouro
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Dra. Betty Edwards defende que qualquer pessoa é capaz de desenhar bem, desde que aumente gradativamente a percepção acerca dos espaços que envolvem os objetos, ou seja, desde que passe a observar os modelos sob um novo ponto de vista.
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A procura por um processo que permitisse a todos os seus alunos de desenho alcançarem resultados positivos fez com que a Dra. Betty Edwards desse a eles uma tarefa diferente. Pediu que reproduzissem no papel uma ilustração bastante conhecida, mas com uma peculiaridade: deveriam observar o modelo proposto de cabeça para baixo. Para a surpresa da professora, a maior parte dos alunos melhorou sensivelmente os traços. Por quê?
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Dez anos de pesquisa foram necessários para responder a esta pergunta, e ela está, precisamente, no cérebro. A utilização do hemisfério direito aumenta as potencialidades criativas e libera habilidades que muitas vezes, no dia-a-dia, não se revelam.
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Traduzido em treze idiomas, mais de dois milhões e meio de exemplares vendidos, Desenhando com o Lado Direito do Cérebro é o livro de ensino de desenho mais utilizado em todo o mundo.
Tanto para os que se acham com pouco talento, ou duvidam que um dia serão capazes de aprender, quanto para os artistas profissionais, o livro mostra como adquirir a habilidade desejada, como confiar nesta habilidade e como aprofundar a percepção artística.

http://aquarellissime.typepad.com/weblog/images/progrs.jpg
http://www.drawright.com/images/gal2.jpg
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Sobre a autora:
Dra. Betty Edwards é professora emérita de Arte na Universidade do Estado da Califórnia, em Long Beach.Concluiu o seu doutorado na UCLA em Arte, Educação e Psicologia da Percepção. O perfil biográfico da dra. Edwards foi apresentado em jornais como Los Angeles Times e Seatle Times; nas revistas Reader Digest, Time, New York e Intuition; e no programa Today. Ela faz conferências freqüentes em universidades , escolas de artes e empresas, entre as quais AT&T, Walt Disney Corporation e Apple Corporation. Betty Edwards vive em Santa Mônica, Califórnia.
Depoimento do Los Angeles Times: "Desenhando com o Lado Direito do Cérebro, mais do que um livro sobre desenho, é um livro sobre a vida... uma abordagem que liberta".
NO BRASIL, DIVERSOS ARTISTAS E PROFESSORES DE ARTE APLICAM A TÉCNICA DA DRA BETTY EDWARDS:
( VEJA http://www.oficinacriativa.com.br/site/scripts2/consulta.asp ) 
Acessando o Hemisfério Direito do Cérebro
Lidia Peychaux
Se você gosta de desenhar e “pensa que não sabe” ou acha seu desenho de nível primário, esta é sua oportunidade de provar a si mesmo que tem capacidade para desenvolver habilidades que estão relacionadas aos processos visual e perceptivo.
Agora, se você é um profissional do desenho, a utilização dessa metodologia lhe propiciará a chance de aumentar ainda mais a sua confiança e criatividade, baseada na adequação das técnicas e nos descobrimentos que a ciência tem realizado sobre as funções diferenciadas dos hemisférios cerebrais.
Essas técnicas foram desenvolvidas com base no método Desenhando com o lado direito do cérebro, de autoria da Dra. Betty Edwards; método este aplicado por nós ao longo de 10 anos e que nos capacitou a transmitir nossa experiência.
Vale salientar que a habilidade de desenhar requer apenas quatro requisitos básicos:
1) Percepção dos contornos da forma (linha)
2) Percepção dos espaços vazios (superfície)
3) Percepção das relações entre partes (proporção)
4) Percepção das luzes e da sombra (volume)
A AUTORA FALA: (...) faço minha a reflexão da Dra. Betty Edwards, quando ela chama a atenção para o fato de que o cérebro participa ativamente na percepção visual dos objetos mediante a observação do entorno. No entanto, essa informação é deformada pelo ponto de vista do observador, em razão das experiências por ele vivenciadas. Ao que tudo indica, parece haver uma tendência a ver o que se quer ver, isto é, o próprio cérebro altera essa informação sem uma participação consciente do observador. Por isso, aprender a ver ou perceber mediante o desenho muda esse processo e permite uma visão mais direta e objetiva. Pode-se dizer que, durante o tempo que uma pessoa dedica a desenhar, seu cérebro permanece suspenso, em termos de julgamento, permitindo ao observador ver de um modo mais integral e completo, o que leva algumas pessoas a expressarem esse sentimento por meio de frases do tipo: “Estou vendo o que antes não via!”.
Aprender a desenhar para experimentar essa sensação, até o momento inédita, é apenas uma das razões para justificar o porquê deste velho e ancestral hábito de desenhar ter sido sempre, um ato de magia.
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POR QUE TODAS AS CRIANÇAS DESENHAM QUANDO PEQUENAS E A MAIORIA PÁRA DEPOIS DOS 8 ANOS? ( http://www.artealapis.com.br/aulas.htm )
Quem nos dá a resposta é a Drª Betty Edwards, autora americana do livro Drawing On The Right Side of The Brain (“Desenhando Com o Lado Direito do Cérebro”, Edições Ediouro). Segundo Edwards, os dois hemisférios cerebrais (direito e esquerdo) têm funções especificas diferentes. O lado direito é o hemisfério das artes, por ser altamente visual. Ele não entende as coisas por meio de palavras. As crianças não-alfabetizadas têm esse lado desenvolvido e, ao verem uma cadeira, desenham uma cadeira por não saberem juntar as letras-símbolo que escrevem a palavra CADEIRA. O recurso que elas têm é desenhar o que vêem. E costumam desenhar as coisas com tantos detalhes que surpreende até mesmo os adultos! Quando as crianças começam a aprender a ler e escrever, iniciam o desenvolvimento do hemisfério esquerdo do cérebro, que é o lado que usa símbolos para acelerar o pensamento. Então, ao pedir para a criança alfabetizada que desenhe uma cadeira, ela fará um desenho o mais simples possível, porque não há mais lógica em perder tempo com detalhes de uma coisa que ela sabe trocar por uma palavra.
O que precisa ser feito então é propor ao aluno exercícios que “desliguem” um pouco o lado esquerdo que está dominando e “ligue” o lado direito, que é o hemisfério que sabe ver o desenho como só os desenhistas sabem ver. Sim, porque quem vê bem já tem 50% do desenho pronto. Portanto, é comprovado cientificamente que desenhar não tem nada a ver com dom! É tudo apenas falta de continuidade, pois se ao entrarmos para a alfabetização tivéssemos uma professora de desenho junto à professora que vai nos ensinar a ler e a escrever, todos seríamos desenhistas!