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http://www.stories.org.br/querocontar
(fonte das Imagens e textos)
blog do
Quero contar - 14/01/2004
Oi, meu nome é Pedro e este é meu diário. Bem, não tenho certeza do que vou escrever aqui, mas acho que serão reflexões de minha vida e experiência. Na verdade, não vou escrever coisa alguma. Papai fará isso. E nem vou estar sabendo o que está sendo escrito aqui pois será papai quem tentará adivinhar o que penso e o que eu escreveria. (...)
Você não entendeu, não é mesmo? Tudo bem, eu explico. A questão é que sou uma pessoa especial. Não posso andar, falar ou enxergar, portanto não sou capaz de escrever ou expressar meus pensamentos.
Papai é escritor e profissional de comunicação e marketing, por isso este blog serve também para mostrar como meus amigos, chamados deficientes, podem ser pra lá de eficientes com uma pequena ajuda de pessoas que os compreendam. Existe um mundo diferente daquele onde a maioria das pessoas vive e papai decidiu mostrar um pouco disso. Isso eu também quero contar.
http://www.stories.org.br/querocontar/archives/00000001.htm


O sorriso de Pedro, em vídeo (Oh Happy Day!)
http://www.youtube.com/watch?v=f-9H7S2Cvi8

Afogado em informações
por Vanessa de Sá - FONTE: REVISTA SAÚDE
Em vez de se deixar levar pela enxurrada de notícias que inundam o seu dia-a-dia, aprenda a filtrar o que você lê e ouve para se manter à tona e ficar a salvo da ansiedade. Acredite: às vezes menos pode ser mais.
No começo dos anos 1990 o jornalista americano David Shenk foi trabalhar em Washington e decidiu assinar vários boletins de notícias pela internet. O que deveria ser apenas uma boa ferramenta de trabalho virou um tormento. "Fiquei tão animado com a idéia de poder acessar uma porção de dados sem me levantar da cadeira que quase enlouqueci", contou à SAÚDE!. "E depois descobri que muita, muita gente vivia o mesmo drama."
A história de Shenk, relatada no livro Data Smog: Surviving the Information Glut, por enquanto sem tradução no Brasil, é um retrato do mundo moderno onde o acesso fácil a dados de toda ordem pode trazer dor de cabeça, em vez de alívio, para quem tem paixão pelo conhecimento. O problema é que muitas vezes, mesmo sabendo muito sobre (quase) tudo, queremos ir além. "Estamos vivendo no pico da onda de informação, que começou com o lançamento da internet. Só que a nossa máquina, que é o cérebro, é obrigada a processar tudo o que chega", diz Jou El Jia, presidente da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, que chama a atenção de seus pacientes para esse risco desde os tempos em que a tal onda de informação ainda não passava de marola.
Digerir, organizar e gerenciar tantos dados gera um misto de ansiedade e angústia. "Os excessos nos oprimem e nem sempre conseguimos discernir o que pode ser útil do que só serve para nos enlouquecer", opina Larry Rosen, professor da Universidade do Estado da Califórnia e autor de um livro sobre o assunto, também inédito por aqui, intitulado Technostress: Coping with Technology at Work, at Home, at Play (Editora John Wiley & Sons).
Para Jou El Jia, a primeira coisa que pensamos é que não vamos dar conta de tudo o que lemos ou assistimos. "Fica mesmo difícil priorizar o que realmente nos interessa e descartar o que é irrelevante", reconhece. Então, a avalanche leva a uma hiperexcitação do córtex cerebral e à liberação de hormônios do estresse, como a noradrenalina e as catecolaminas. "Essas substâncias aumentam a produção de radicais livres, ligados ao envelhecimento. Ou seja, as conseqüências são também fisiológicas", alerta. Outro efeito é a perda de memória de curta duração, como aponta um estudo realizado no final do ano passado pela Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.
Ora, tecnologia é ruim? Em príncipio não. "A tecnologia nos permite fazer mais. O problema é que rapidamente caímos no 'muito mais' isso nos angustia", diz Kimberly Young, psicóloga da Escola de Administração da Universidade St. Bonventure e diretora executiva do Centro para o Tratamento do Vício Online. Para Larry Rosen, o segredo descobrir aquilo que você quer e o que de fato precisa. "Chamo isso de o paradoxo posso-devo. Será que só porque conseguimos acessar uma infinidade de dados significa que devemos fazer isso? Ter um controle pessoal da situação é essencial para que esse querer saber cada vez mais não nos deixe doentes."
Uma dica, segundo o especialista, é limitar o tempo que gastamos para ir atrás de uma informação. "A maioria das pessoas fica tão envolvida no processo de buscar um dado que se perde e não consegue mais parar. Para eles, meia hora de pesquisa acaba se transformando em quatro horas, às vezes desgastantes", observa.
Na opinião de Jou El Jia, qualquer caminho para controlar a hiperexcitação cerebral é válido. "A ansiedade nos deixa com uma respiração mais curta. Então, precisamos aprender a inspirar e expirar profundamente para controlar esse sentimento. A meditação pode ajudar a diminuir a excitação do córtex cerebral. E a prática de atividade física também é fundamental para compensar a tendência a ficar horas e mais horas estático na frente do computador", diz.
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GLOSSÁRIO MODERNO
• TECNOSTRESSE — Aprenda esse nome que está dando o que falar. É o estresse causado pela tecnologia ao nosso alcance no dia-a-dia, como e-mail, celular e TV. O acesso fácil e rápido a muita informação pode levar ao esgotamento físico e mental, já que nos mantém plugados o tempo inteiro.
• ANSIEDADE DE INFORMAÇÃO — Cunhada pelo arquiteto americano Saul Wurman, que escreveu dois livros sobre o tema, designa o estresse causado pela inabilidade para acessar ou entender a massa de informação.
• VÍCIO DE INTERNET — Comportamento compulsivo que leva a pessoa a ficar conectada horas a fio. Essa gente geralmente passa a ter problemas no trabalho, em família e com os amigos.
NADA DE ENLOUQUECER
• Tente descobrir de que forma a sede de saber gera estresse em sua vida. Assim você tem mais chances de administrar a situação.
• Limite o número de tarefas. Nem tudo precisa ser feito ao mesmo tempo e agora.
• Desligue-se. Será que você realmente precisa estar conectado o tempo todo e deixar o celular ligado até nos fins de semana?
• Exercite-se, ainda que seja por um breve momento, como num intervalo de trabalho. É um ótimo jeito de se desconectar.
• Tire férias da tecnologia. Quando decidir passar dias de puro ócio, esteja certo de que não vai transportar o local de trabalho para a praia, por exemplo.
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leia mais:
O estresse visual, a diminuição do rendimento profissional e a ausência no trabalho são alguns dos inúmeros problemas causados pela utilização incorreta do computador. Agora aprenda como fazer alguns exercícios importantes para manter seu corpo alongado e relaxado em sua própria mesa de trabalho. DEFENDA-SE DO COMPUTADOR lendo dicas em:
http://www.cdof.com.br/gl.htm

A mulher e o mercado de trabalho

Por Roberto Shinyashiki
A mulher de hoje e do futuro estará cada vez mais sendo chamada à responsabilidade profissional, familiar e social, sem perder suas características fundamentais de carinho, dedicação e ternura.
Quando paramos e olhamos atentamente à nossa volta, vemos uma multidão de pessoas indo e vindo em turbilhões – algumas concretizando negócios, outras buscando oportunidades, algumas preocupadas e até desanimadas com a situação atual, outras aflitas em busca de conquistar seus objetivos e ainda muitas outras sem quaisquer perspectivas de vida. Em meio de tantas incertezas e transformações, qual o diferencial, nos dias de hoje, das pessoas e das organizações?
As possibilidades de aprimoramento somada a moderna tecnologia, passaram a ser um bem comum, disponível e acessível a todos. Hoje, o que faz a grande diferença nas organizações é o ser humano. Somente através das qualidades pessoais é possível ampliar resultados frente à acirrada competitividade do mercado. Então, cabe ao profissional desenvolver e aprimorar suas habilidades, pois quanto maior o volume de atributos pessoais, mais chances de conquistar uma oportunidade. E nisso as mulheres são especialistas.
Algumas características como a sensibilidade, afetividade, versatilidade, percepção aguçada, entre outras, que até pouco tempo eram consideradas fraquezas, hoje, passaram a somar e são consideradas essenciais no processo produtivo das organizações. Características que nós homens escondemos ou afogamos para não parecermos frágeis. Em contrapartida, as mulheres sempre cultivaram como um dom, buscando sempre desenvolvê-las e amadurecê-las em cada situação.
Diferenças entre o perfil masculino e feminino no trabalho são sensíveis, mas não devem ser generalizadas. O que antes era considerado como obstáculos – a divisão entre problemas domésticos e necessidades profissionais –, hoje a mulher já consegue equilibrar esses dois desafios de sua vida. Sua participação no mundo dos negócios e a própria independência financeira vêm mudando a forma com que os produtos e serviços são desenvolvidos, comercializados e distribuídos.
Sabemos que as mulheres têm maior atividade econômica do que nunca e que estão em posições cada vez mais importantes. Pesquisas demonstram crescimento constante na participação da mulher em cargos mais altos das empresas. Cargos que antes eram ocupados pelos homens, hoje contam com a participação feminina.
Em meu livro Você: A alma do negócio falo da importância de ser empreendedor. Qualquer profissional precisa buscar seus objetivos. Não somente com garra e determinação, mas com a consciência de fazer um trabalho bem-feito que sustente o seu crescimento. Tenha sempre em mente que o empreendedor não se contenta em ficar observando o jogo da arquibancada. Ele quer entrar em campo e participar da jogada. O mundo de um empreendedor é infinito, como ilimitadas são as possibilidades de transformar as oportunidades em resultados.
Uma coisa é certa. A mulher de hoje e do futuro estará cada vez mais sendo chamada à responsabilidade profissional, familiar e social, sem perder suas características fundamentais de carinho, dedicação e ternura. Por isso, é primordial que você, mulher, não deixe passar as oportunidades de aprimoramento, quer seja pessoal ou profissional. Você é um dos diferenciais de mercado e quanto mais se conscientizar e buscar o aprimoramento, maior será o espaço que ocupará dentro desse mundo repleto de transformações.
Então não seja apenas uma profissional, mas sim a melhor. É preciso trabalhar, batalhar, lutar e ir atrás daquilo que se quer. A recompensa do trabalho vem com a satisfação de se sentir bem, útil e estar produzindo algo que gosta realmente de fazer. Ouse, seja arrojada e não tenha medo de errar. Não pense se algo dará certo ou não, é preciso tentar, arriscar, traçar metas. Isso com certeza lhe trará o caminho para o sucesso.
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Este e outros artigos de Roberto Shinyashiki em:
http://shinyashiki.locaweb.com.br/roberto/web1/index.jsp
IMAGEM: http://www.aiesec.net/photos/images/39409962