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"Toda a unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa de pensar." - Nelson Rodrigues
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No mundo jornalístico, a informação sobre este ou aquele acontecimento varia às vezes diametralmente de um veículo para outro e esta multiplicidade de manifestações torna complexa a busca de informação.
"Esta confusão é enriquecedora. O que acontece é que, sutilmente, penetrou em nossa cabeça um mito norte-americano de que a informação jornalística deve se pautar pela objetividade, neutralidade e imparcialidade. A partir daí, a gente quer que o veículo de comunicação publique tudo o que ocorre e deixe ao leitor a tarefa de tirar suas próprias conclusões".
"É bom e necessário que haja divergência de abordagem. Se todos os veículos fossem unânimes na apresentação do fato, a coisa seria de uma monotonia sem fim. Como dizia Nélson Rodrigues, “a unanimidade é burra”. E, no caso da divulgação de informações, a unanimidade funciona como imposição do tema de discussão, imposição do ponto de vista e um silenciar das opiniões contrárias".
"Toca à imprensa não apenas divulgar informações. É também missão dela explicar, interpretar, ensinar, guiar, dirigir o leitor. Mas cabe-lhe, sobretudo, examinar os fatos e não os agravar com juízo apaixonado. Propor soluções, mas não encaminhar os acontecimentos com alarde de adesão".
A mídia e a verdade IMPOSSÍVEL - Paulo da Rocha Dias em: www.pime.org.br/noticias.inc.php?&id_noticia=3109&id_sessao=2
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Ética jornalística
Origem: Wikipédia,
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica_jornal%C3%ADstica#Imparcialidade
A Ética Jornalística é o conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Ela se refere à conduta desejável esperada do profissional. Portanto, não deve ser confundida com a deontologia jornalística; ligada à dêontica, a deontologia se refere a uma série de obrigações e deveres que regem a profissão. Embora geralmente não institucionalizadas pelo Estado, estas normas são consolidadas em códigos de ética que variam de acordo com cada país.
Atualmente, o jornalismo oscila entre a imagem romântica de árbitro social e porta-voz da "opinião pública" e a de empresa comercial sem escrúpulos que recorre a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas e policiais.
Jornalismo também definido como "a técnica de transmissão de informações a um público cujos componentes não são antecipadamente conhecidos". Este particular diferencia o Jornalismo das demais formas de comunicação. Atualmente, termo Jornalismo faz referência a todas as formas de comunicação pública de notícias e seus comentários e interpretações.
O tipo de jornalismo de ética duvidosa ou contestável é chamado de imprensa marrom.
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Imparcialidade
A questão da imparcialidade é também central nas discussões sobre ética jornalística. É difícil distinguir textos jornalísticos objetivos do chamado jornalismo opinativo. Jornalistas podem, intencionalmente ou não, cair como vítimas de propaganda ou desinformação. Mesmo sem cometer fraude deliberada, jornalistas podem dar um recorte embasado dos fatos sendo seletivos na apuração e na redação, focando em determinados aspectos em detrimento de outros, ou dando explicações parciais -- tanto no sentido de incompletas quanto de tendenciosas. Isto é especialmente efetivo no Jornalismo Internacional, já que as fontes da apuração estão mais distantes para serem checadas.

IMAGEM www.canaldaimprensa.com.br/canalant/imagens2/quarent4/capa.jpg

FLIP 2007
http://www.flip.org.br/index1.php3
FESTIVAL INTERNACIONAL LITERÁRIO DE PARATI - 4 a 8 de julho
Parati é uma cidade litorânea contornada pelo mar azul-turquesa da baía da Ilha Grande e por grandes faixas intactas de Mata Atlântica. Localizada a aproximadamente quatro horas de carro do Rio de Janeiro e São Paulo, esse antigo porto, de onde se enviava a maior parte do ouro do Brasil ao Velho Mundo, é uma cidade histórica que atrai muitos eventos culturais.
(...) Com a presença de autores mundialmente respeitados como Julian Barnes, Don DeLillo, Eric Hobsbawm e Hanif Kureishi, a primeira FLIP estabeleceu um padrão de excelência às edições seguintes. Em um curto período, ficou conhecida como uma das principais festas literárias internacionais, reconhecida pela qualidade dos autores convidados, pelo irresistível entusiasmo de seu público e pela descontraída hospitalidade da cidade.
A FLIP já recebeu alguns dos grandes nomes da literatura mundial como Salman Rushdie, Ian McEwan, Martin Amis, Margaret Atwood, Paul Auster, Anthony Bourdain, Jonathan Coe, Jeffrey Eugenides, David Grossman, Lidia Jorge, Pierre Michon, Rosa Montero, Michael Ondaatje, Orhan Pamuk, Colm Toíbín, Enrique Vila-Matas, Jeanette Winterson e Marcello Fois.
Dos brasileiros, alguns dos autores mais talentosos já estiveram na FLIP, como Ariano Suassuna, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Millôr Fernandes, Ruy Castro, Ferreira Gullar, Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura e Lygia Fagundes Telles, além de lendas vivas como Chico Buarque e Caetano Veloso.
A cada ano a FLIP homenageia um expoente das letras brasileiras. O poeta e compositor Vinicius de Moraes (1917-1980) em 2003. O escritor João Guimarães Rosa (1908-1967) foi o homenageado no ano seguinte. Em 2005, foi a vez da romancista Clarice Lispector (1920-1977). Em 2006, a FLIP presta homenagem ao escritor baiano Jorge Amado (1912-2001).
A música brasileira, uma das maiores riquezas da nossa vida cultural, não poderia deixar de estar presente na FLIP. Os shows de abertura, que já valeriam a ida à Parati, ofereceram aos convidados a chance de assistir Chico Buarque, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mônica Salmaso, Adriana Calcanhoto e José Miguel Wisnik, darem as boas-vindas aos visitantes da FLIP.
Enquanto a programação principal acontece na Tenda dos Autores, vários outros eventos ocorrem simultaneamente em outros locais. A oficina literária, destinada a jovens aspirantes a escritor, é realizada por grandes autores brasileiros. Há também uma programação exclusiva para as crianças – a Flipinha, em que jovens estudantes de Parati apresentam o resultado de seus trabalhos inspirados no universo literário e participam de palestras com autores convidados. O sucesso da Festa também estimulou o desenvolvimento de uma programação de leituras, shows e lançamentos de livros, batizada de OFF-FLIP.
Poucos locais poderiam ser mais agradáveis para sediar a FLIP do que Parati. Suas ruas de pedras propiciam encontros casuais proveitosos, enquanto restaurantes e bares sugerem um bate-papo descontraído. As pousadas e os serviços oferecem um excelente padrão de qualidade.
Desde a primeira edição, o crescimento da Festa Literária está intimamente ligado à vida e às necessidades de Parati. Artistas locais, comerciantes, hoteleiros e donos de restaurantes acolhem a FLIP, que por sua vez, mantém os habitantes locais ativamente envolvidos. Por tudo isso, a FLIP se destaca de outros encontros literários contribuindo para essa atmosfera alegre e calorosa que tem caracterizado esse grande evento.
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CONFIRA PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FLIP 2007
http://www.flip.org.br/programa.php3