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"COMO ENSINAR ALEGRIA ÀS CRIANÇAS"
Este é o título de um interessante livro, recomendado para pais e educadores. O casal norte-americano Linda e Richard Eyre lideram a tendência que atualmente se verifica nos E.U.A. rumo a um maior empenho e compromisso dos pais na formação dos filhos.
Autora de três livros e mãe de oito filhos, Linda é formada em música, e exímia violinista. Richard é autor de treze livros e em 1982 foi membro do Conselho de Assessoria ao Presidente para o financiamento da Educação Primária e Secundária, do então governo Reagan. Mas, antes de mais nada, seus livros tornaram-se base para fundarem as “Escolas da Alegria”, juntamente com grupos de pais.
Discordantes do sistema comum de ensino, que supunha ser o QI alto (quociente de inteligência) a razão do êxito numa sociedade, acreditaram que a verdadeira felicidade e habilidade para se enfrentar o mundo estaria no QA (quociente de alegria) de uma criança.
Ponderaram sobre qualidade de vida de crianças, uma vez que tenha adquirido confiança em suas capacidades de tomar decisões.
Apreciar à Natureza, compreender os sentimentos alheios, estabelecer metas, compartilhar coisas e ser prestativa com os amigos. Ver a si mesma como um indivíduo especial, que tem muito a oferecer...
Cada uma dessas alegrias pode ser ensinada, o quanto antes, melhor ! É como dar às crianças um legado à felicidade...
Repleto de ensinamentos às crianças , jovens e adultos, este pequeno livro é um incentivo ao autoconhecimento, formador de personalidades sólidas, baseadas em leis universais.
Estes são os capítulos:
Parte 1: Alegrias Físicas: alegria do prazer espontâneo, alegria do corpo, alegria da terra
Parte 2: Alegrias Mentais: alegria do interesse e da curiosidade, alegria da imaginação e da criatividade, alegria de obedecer e decidir, alegria da ordem, das prioridades e metas
Parte 3: Alegrias Emocionais: alegria da confiança, alegria da segurança familiar, da identidade e do orgulho, alegria da autoconfiança e da individualidade
Parte 4: Alegrias Sociais: alegria da verdade, da honestidade e da franqueza, alegria da comunicação e dos relacionamentos, alegria de compartilhar e ajudar
E ainda, apresenta um post-scriptum, convidando: monte uma “Escola da Alegria” !
Livro “COMO ENSINAR ALEGRIA ÀS CRIANÇAS”
Linda e Richard Eyre –
Ed. Maltese – tradução Ed. Norma 1992
imagem > http://graodeluz.blogs.sapo.pt/arquivo/ALEGRIA.jpg
O HOMEM DA ERA DE AQUÁRIO
“O homem espiritual não é um ser fragilizado que oferece com resignação e mecanicamente a outra face quando agredido. O homem espiritualizado é ao mesmo tempo forte e solidário, calmo e poderoso, harmonioso e vencedor.
Ele busca a vitória, possui uma vontade de ferro, não tem medo de enfrentar obstáculos e é capaz de relacionar-se terna e profundamente com o pai, o filho e o irmão. Para crescer espiritualmente , o homem possui dentro de si os arquétipos do rei e do guerreiro. Ele tem potencialmente acesso a toda energia do universo, mas necessita de uma base física e emocional sólida para movimentar-se no mundo dos seres humanos.
(...) A libertação espiritual nada tem a ver com a liberação dos instintos animais, mas sim com a compreensão e a transcendência deles. Diante de forças do inconsciente, como a agressividade e a luta pelo poder, o melhor é compreendê-las e usá-las de modo construtivo. A agressividade bem usada é criativa. A busca do poder é saudável. Ninguém disse que fraternidade é sinônimo de fraqueza. Mas ter poder é completamente diferente de buscar destruir o poder dos outros a partir do sentimento de inveja.
(...) Nas sociedades tradicionais, cada instância da vida era parte de um processo mais amplo e sagrado. A chuva, a luz do Sol, o plantio e a colheita...
Até a era pré-industrial, o menino convivia com seu pai em todos os momentos, porque o trabalhador não havia sido afastado da posse dos meios de produção. O menino aprendia o ofício do pai – agrícola ou artesanal – e também a sua atitude diante da vida. Era um processo simples, vital e poderoso. Foi durante o auge do industrialismo moderno que o pai passou a ser figura ausente da família. A Revolução Industrial despersonalizou o homem – tratado como máquina – e o afastou dos seus próprios sentimentos. Os vínculos entre os seres humanos foram ficando frágeis na sociedade de massas. Naquele tempo, ser homem era não ter sentimentos. A televisão nos ofereceu um pseudoconhecimento sobre a vida de “pessoas famosas”, mas tirou o tempo necessário para o autoconhecimento e para conhecer mais profundamente as pessoas que são importantes para nós. Assim como o processo industrial fazia produtos em série, a televisão passou a produzir opiniões e vivências em massa, anulando em parte a individualidade das pessoas.
Mas agora há mais uma transição. O computador , o vídeo, a Internet, os CD-ROM e a nova força que o livro tem adquirido estão reduzindo silenciosamente o poder da televisão. Os meninos praticam esportes saudáveis e artes marciais, enquanto os pais passam a trabalhar em casa, ou perto de casa, e têm mais tempo de lazer e mais interesse no autoconhecimento e na compreensão da vida. (...)
Para ser criativo é preciso ter autoconfiança, e para ter autoconfiança é preciso experimentar as coisas diretamente. Na nova era, a sociedade organizada globalmente humaniza de novo as relações entre as pessoas.”
(trechos do texto de Carlos Aveline, “Redefinindo o Papel do Homem”, Revista Nova Era, n. 4, 1996.)
LEITURA COMPLEMENTAR:
ERA DE AQUÁRIO, O QUE É ISSO ?
"As eras astrológias são períodos de 2160 anos em que devido ao movimento de precessão dos equinócios podemos notar a influência decisiva de um signo atuando como ascendente para a humanidade.
Assim, a era de Aquario é como se o ascendente para toda a humanidade fosse Aquário. Em cima desse dado podemos dar significados a movimentos que têm acontecido ao nível mundial e que tendem a ter continuidade.
A era de Aquário se iniciou nos anos cinquenta e todos podemos observar pelos movimentos mundiais que já estamos nela. A grande revolução tecnológica que está acontecendo através da crescente informatização é um dos sinais mais marcantes de que estamos de maneira global influenciados pelo simbolismo do signo de Aquário. A partir dessa cosntatação simbolica, algumas considerações não tão visíveis sem reflexão podem ser feitas.
Durante a era de Aquário, a Educação tende a ter um papel decisivo na vida da humanidade, mais do que as condições ambientais (mais determinantes na era anterior). Educação sem objetivo gera dispersão ( o lado negativo da era em que vivemos). Objetivos são essenciais para o desenvolvimento na era de Aquário. Podemos até dizer que pelos aspectos existentes o progresso e desenvolvimento da humanidade em todos os sentidos depende de termos sonhos coletivos, objetivos que não visem apenas o benefício pessoal, mas também o bem estar coletivo. Você consegue sonhar por nós ? Acredite, nós podemos viver bem."
Por mitosesimbolos@hotmail.com
pág 13 do Jornal do Cambuci & Aclimação - 24/08 a 30/08/07 - distribuição regional - SP -
imagem: http://terrabage.clickblog.com.br/files/2007/04/art3d010.jpg
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Ouça >>> GALDALF >>> Aquarius (vocal version)
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http://www.musicexpress.com.br/Artistas/Gandalf/Under%20Infinite%20Skies/Aquarius%20(vocal%20version).mp3
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New Age (Gandalf)
MP3 4949 Kb
Voz e instrumentos numa envolvente melodia de exaltação à entrada da Era de Aquarius.
Teclados e arranjo: Gandalf; Voz: Tracy Hitchings.
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AOS NOSSOS FILHOS
Perdoem a cara amarrada, perdoem a falta de abraço
Perdoem a falta de espaço, os dias eram assim
Perdoem por tantos perigos, perdoem a falta de abrigo
Perdoem a falta de amigos, os dias eram assim
Perdoem a falta de folhas, perdoem a falta de ar
Perdoem a falta de escolha, os dias eram assim
E quando passarem a limpo, e quando cortarem os laços
E quando soltarem os cintos, façam a festa por mim
Quando lavarem a mágoa, quando lavarem a alma
Quando lavarem a água, lavem os olhos por mim
Quando brotarem as flores, quando crescerem as matas
Quando colherem os frutos digam o gosto pra mim
Ivan Lins e Victor Martins escreveram esta canção, que na voz de Elis
Regina transformou-se num clássico da MPB.
VÍDEO "Aos Nossos Filhos", interpretado por Pedro Camargo Mariano (Canecão-RJ):

>>>> http://br.youtube.com/watch?v=xaWrxOdsf2Y&mode=related&search=