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P C S
Símbolos de Comunicação Pictórica (Picture Communication Symbols)
Os Símbolos de Comunicação Pictórica (PCS) formam um sistema de comunicação completo e foram originalmente desenhados para criar, rápida e economicamente, recursos de comunicação consistentes e com acabamento profissional. São utilizados extensivamente em inúmeros tipos de atividades de aprendizado. Os PCS foram criados no início dos anos 80 pela fonoaudióloga americana Roxanna Mayer Johnson e compõe atualmente o conjunto de símbolos mais difundido no mundo inteiro.
Características da simbologia PCS:
• Desenhos simples e claros, de fácil reconhecimento;
• Adequados para usuários de qualquer idade;
• Estão divididos em seis categorias de palavras: social, pessoas, verbos, descritivo, substantivos e miscelânea;
• Facilmente combináveis com outros sistemas de símbolos, figuras e fotos para a criação de recursos de comunicação individualizados;
• Extremamente úteis numa grande variedade de atividades e lições.
• Disponíveis em livro ou software.
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FONTE E CONSULTA EM http://www.clik.com.br/mj_01.html
Tecnologia Assistiva
O que é Tecnologia Assistiva?
Conceito
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.
É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey in Assistive Technologies: Principles and Practices, Mosby – Year Book, Inc., 1995).
O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil como Tecnologia Assistiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana conhecida como Public Law 100-407, que compõe, com outras leis, o ADA - American with Disabilities Act. Este conjunto de leis regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA, além de prover a base legal dos fundos públicos para compra dos recursos que estes necessitam.
Nele, a Tecnologia Assistiva se compõe de Recursos e Serviços. Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.
Recursos
Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
Serviços
São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como:
Fisioterapia
Terapia ocupacional
Fonoaudiologia
Educação
Psicologia
Enfermagem
Medicina
Engenharia
Arquitetura
Design
Técnicos de muitas outras especialidades
No Brasil, encontramos também terminologias diferentes que aparecem como sinônimos da Tecnologia Assistiva, tais como “Ajudas Técnicas”, “Tecnologia de Apoio“, “Tecnologia Adaptativa” e “Adaptações”.
Objetivos da Tecnologia Assistiva
Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.
LEIA MAIS SOBRE TECNOLOGIA ASSISTIVA EM: http://www.assistiva.com.br
Para conhecer melhor a CIF - Classificação Internacional de Funcionalidade e os conceitos emitidos pela OMS - Organização Mundial da Saúde, clique em www.deb.min-edu.pt/fichdown/ensinoespecial/CIF1.pdf
CAPÍTULO I
Certa vez, quando tinha seis anos, vi num livro sobre a Floresta Virgem, "Histórias Vividas", uma imponente gravura. Representava ela uma jibóia que engolia uma fera. (...)
Dizia o livro: "As jibóias engolem, sem mastigar, a presa inteira. Em seguida, não podem mover-se e dormem os seis meses da digestão."
Refleti muito então sobre as aventuras da selva, e fiz, com lápis de cor, o meu primeiro desenho. Meu desenho número 1 era assim:

desenhos: 1 e 2
Mostrei minha obra prima às pessoas grandes e perguntei se o meu desenho lhes fazia medo.
Respondera-me: "Por que é que um chapéu faria medo?"
Meu desenho não representava um chapéu. Representava uma jibóia digerindo um elefante. Desenhei então o interior da jibóia, a fim de que as pessoas grandes pudessem compreender. Elas têm sempre necessidade de explicações. Meu desenho número 2 era assim: (VIDE ACIMA, AMBOS)
As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jibóias abertas ou fechadas, e dedicar-me de preferência à geografia, à história, ao cálculo, à gramática. Foi assim que abandonei, aos seis anos, uma esplêndida carreira de pintor. Eu fora desencorajado pelo insucesso do meu desenho número 1 e do meu desenho número 2. As pessoas grandes não compreendem nada sozinhas, e é cansativo, para as crianças, estar toda hora explicando.
Tive pois de escolher uma outra profissão e aprendi a pilotar aviões. Voei, por assim dizer, por todo o mundo. E a geografia, é claro, me serviu muito. Sabia distinguir, num relance, a China e o Arizona. É muito útil, quando se está perdido na noite.
Tive assim, no decorrer da vida, muitos contatos com muita gente séria. Vivi muito no meio das pessoas grandes. Vi-as muito de perto. Isso não melhorou, de modo algum, a minha antiga opinião.
Quando encontrava uma que me parecia um pouco lúcida, fazia com ela a experiência do meu desenho número 1, que sempre conservei comigo. Eu queria saber se ela era verdadeiramente compreensiva. Mas respondia sempre: "É um chapéu". Então eu não lhe falava nem de jibóias, nem de florestas virgens, nem de estrelas. Punha-me ao seu alcance. Falava-lhe de bridge, de golfe, de política, de gravatas. E a pessoa grande ficava encantada de conhecer um homem tão razoável.
CAPÍTULO II
Vivi portanto só, sem amigo com quem pudesse realmente conversar, até o dia, cerca de seis anos atrás, em que tive uma pane no deserto do Saara. Alguma coisa se quebrara no motor. E como não tinha comigo mecânico ou passageiro, preparei-me para empreender sozinho o difícil conserto. Era, para mim, questão de vida ou de morte. Só dava para oito dias a água que eu tinha.
Na primeira noite adormeci pois sobre a areia, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia:
- Por favor... desenha-me um carneiro!
- Hem!
- Desenha-me um carneiro...
Pus-me de pé, como atingido por um raio. Esfreguei os olhos. Olhei bem. E vi um pedacinho de gente inteiramente extraordinário, que me considerava com gravidade. Eis o melhor retrato que, mais tarde, consegui fazer dele.
Meu desenho é, seguramente, muito menos sedutor que o modelo. Não tenho culpa. Fora desencorajado, aos seis anos, da minha carreira de pintor, e só aprendera a desenhar jibóias abertas e fechadas.
Olhava pois essa aparição com olhos redondos de espanto. Não esqueçam que eu me achava a mil milhas de qualquer terra habitada. Ora, o meu homenzinho não me parecia nem perdido, nem morto de fadiga, nem morto de fome, de sede ou de medo. Não tinha absolutamente a aparência de uma criança perdida no deserto, a mil milhas da região habitada. Quando pude enfim articular palavra, perguntei-lhe:
- Mas ... que fazes aqui?
E ele repetiu-me então, brandamente, como uma coisa muito séria:
- Por favor ... desenha-me um carneiro ...
Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer. Por mais absurdo que aquilo me parecesse a mil milhas de todos os lugares habitados e em perigo de morte, tirei do bolso uma folha de papel e uma caneta. Mas lembrei-me, então, que eu havia estudado de preferência geografia, história, cálculo e gramática, e disse ao garoto (com um pouco de mau humor) que eu não sabia desenhar. Respondeu-me:
- Não tem importância. Desenha-me um carneiro.
Como jamais houvesse desenhado um carneiro, refiz para ele um dos dois únicos desenhos que sabia. O da jibóia fechada. E fiquei estupefato de ouvir o garoto replicar:
- Não! Não! Eu não quero um elefante numa jibóia. A jibóia é perigosa e o elefante toma muito espaço. Tudo é pequeno onde eu moro. Preciso é dum carneiro. Desenha-me um carneiro.
Então eu desenhei.
Olhou atentamente, e disse:
- Não! Esse já está muito doente. Desenha outro.
Desenhei de novo.
Meu amigo sorriu com indulgência:
- Bem vês que isto não é um carneiro. É um bode... Olha os chifres...
Fiz mais uma vez o desenho.
Mas ele foi recusado como os precedentes:
- Este aí é muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado.
E arrisquei:
- Esta é a caixa. O carneiro está dentro.
Mas fiquei surpreso de ver iluminar-se a face do meu pequeno juiz:
- Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro?
- Por quê?
- Porque é muito pequeno onde eu moro...
- Qualquer coisa chega. Eu te dei um carneirinho de nada!
Inclinou a cabeça sobre o desenho:
- Não é tão pequeno assim... Olha! Adormeceu...
E foi desse modo que eu travei conhecimento, um dia, com o pequeno príncipe.
...os capítulos continuam em... http://home.kc.rr.com/slyon/por.html

Le Petit Prince
Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Le_Petit_Prince
Le Petit Prince, conhecido como O Pequeno Príncipe no Brasil e O Principezinho em Portugal, é um romance de Antoine de Saint-Exupéry publicado em 1943 nos Estados Unidos. A princípio, aparentando ser um livro para crianças, tem um grande teor poético e filosófico. É o livro francês mais vendido no mundo, cerca de 80 milhões de exemplares, e entre 400 a 500 edições. Também se trata da segunda obra literária (sendo a primeira a Bíblia) mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos, incluindo o aranês, o amazigh e o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul.
No Japão existe um museu para o personagem principal do livro, um jovem sonhador de cabelos louros e cachecol vermelho.
Célebre frase de O Pequeno Príncipe:"Tu és responsável por aquilo que cativas." (Antoine de Saint-Exupéry, 1943)
Caros leitores ( marca atual: 6947 acessos ),
Trago simpatia por alguns pensadores, dos poucos que conheço, do pouco que sei...entre eles, Pietro Ubaldi, com a singularidade de sua obra. Talvez por ler livros de meu saudoso pai, sentindo ainda sua presença. Pois creio na continuidade da vida.
Reverencio a fé, que difere do discurso inócuo e do fanatismo aprisionante. Assim, amo mais ao meu próximo, como também ao distante. Sem os grilhões dos templos . E aprendo a conviver na diversidade ! Abaixo, trechos do pensamento de Ubaldi.
Vera (A.B.)
Do livro: A Nova Civilização do Terceiro Milênio
Autor: Pietro Ubaldi
Tradutor: Oscar Paes Leme
“Começamos a subir os primeiros degraus das ascensões humanas. A atual maioria da humanidade vive e age inconscientemente como fantoche manobrado por instintos, sem saber nada a respeito do porquê das coisas, sem compreender o que e por que faz, as reações a que dá nascimento, as conseqüências dos próprios atos. (...) o homem de nossos dias raramente se interessa e prefere, em primeiro lugar, agir, para depois compreender. Parece que os problemas do animal bastam para encher-lhe a vida e sacia-lo. Talvez o homem comum se perdesse em meio a essas questões que devem parecer-lhe de complexidade espantosa, a ele que vive na periferia, na superfície, e não no centro, na profundidade. O pensamento das filosofias, apresenta-se-lhe contraditório; o das religiões, insuficiente; o da História, desconexo; o da política, faccioso e interessado. Em face dos mais importantes e, contudo, mais simples e necessários problemas da vida como, por exemplo: "Quem sou? Donde vim? Para onde vou? Por que vivo? Por que sofro?", O homem se percebe desnorteado e só porque o pensamento humano ainda não soube encontrar a síntese completa que lhe responda a tudo e, se tivesse sabido, conseguiria interpretá-la apenas de acordo com sua relativa maturidade.(...)
O homem atual crê estar sozinho no caos; no entanto, participa de imenso organismo. Involuído e, pois, insensível, inconsciente e ignorante, vê a desordem da superfície em que vive e nem suspeita a ordem presente nas causas, no interior das coisas. Enquanto evolui, deve o homem aprender a tornar-se cidadão dessa pátria maior, o universo, e colaborador consciente desse grande organismo, harmonizando-se com todos os fenômenos irmãos e criaturas irmãs, com seus semelhantes, com as forças da Lei. A felicidade e o paraíso consistem, exatamente, nessa harmonização. Semeando, como fazemos, em ignorância e rebelião, só se podem colher reação e dor. Semeando em sabedoria e harmonia, colheremos felicidade e paz. Isso significa civilizar-se a sério e não ter aprendido a construir máquinas sem, depois, saber fazê-las trabalharem. Em todo campo, político, social, científico, filosófico, moral, torna-se necessário passar do sistema caótico ao sistema orgânico. O sistema do universo é perfeito. Nós, que não sabemos mover-nos nele, é que somos imperfeitos.
Tudo não passa de usufruto, empréstimo temporário que uma crise, um furto ou a morte podem a qualquer momento tirar; empréstimo concedido a título de instrumento de experimentação e trabalho na terra, de aquisição de qualidade na arena da vida, administrado pelo homem como meio de construir-se a si mesmo e não para seu gozo. De fato, como estabilidade, do ponto de vista hedonístico, a riqueza é mal e, do ponto de vista jurídico, impotência. É, pois, erro biológico conceber egoisticamente a riqueza, como faz o homem moderno, não obstante todos os coletivismos em moda. Não somente a propriedade, mas a própria autoridade e toda atividade social, não devem, egoisticamente, ser concebidas como meios individuais, e, sim, coletivamente entendidas como função social; todo exercício, atividade, posse e domínio deve encarar-se como missão. Por mais que procuremos isolar-nos para fruição dos bens, a vida é unitária; não podemos impedir que sejamos irmãos, pois nela tudo é intercomunicante e comum, apesar de todas as nossas barreiras protetoras e divisórias. Os bens não passam de ferramenta. E nada mais. Aprendido o ofício, são entregues a outros aprendizes. Não se encontra no caminho certo quem procura enriquecer só para si e seu gozo. Tornar-se-á incansável escravo do tesouro e condenado ao terror de perdê-lo. A verdadeira conquista não se dirige às coisas, mas às forças que as geram e movem. 
PIETRO UBALDI E SUA OBRA
Às oito horas e trinta minutos da noite de 18 de agosto de 1886, nasceu Pietro Ubaldi, em Foligno, pequena cidade italiana, perto de Assis; e naquela região impregnada da espiritualidade de S. Francisco, ele foi tendo o seu contato com este mundo, mundo que sempre lhe pareceu muito estranho pelo jogo desesperado de egoísmos que percebeu, ainda jovem, ser apenas o fruto da ignorância geral das leis que regem a vida.
Essas leis, Ubaldi procurou estudá-las nos livros. Mas descobriu, quão poucos eles lhe forneciam da substância que, em vão, procurava. A escola secundária e a escola superior (Ubaldi formou-se em Direito, pela Universidade de Roma) não lhe trouxeram o auxilio desejado para a sua sede angustiada de conhecimento. Começou, então, um período de intenso sofrimento, que foi o seu contato com a vida de todos os dias, com os homens de toda parte, o que constitui grande preparação para seu espírito.
Havia herdado de seu pai uma grande fortuna, que não quis considerar como sua, por não ter sido produto do seu esforço pessoal, e a ela renunciou começando a trabalhar como professor de Inglês num colégio estadual, em Módica, nos confins da Sicília, após ser aprovado em concurso público, meio que encontrou para o seu sustento conforme ditava sua própria consciência.
Em 1931, tinha 45 anos. Inicia-se, então, seu gigantesco trabalho. Sua inspiração atinge alturas jamais sonhadas, dando explicação genérica, sintética e profundíssima de toda a fenomenologia universal e analisando, ao mesmo tempo, objetivamente a sua própria e a evolução de toda a humanidade, através das 24 obras escritas. Os seus livros vão sendo espalhados por toda a Itália mas, pouco depois, a guerra por um lado, e por outro a mentalidade européia com a sua conhecida tendência a cristalização (saturada de culturas seculares), não parecia ser ainda o terreno apropriado para esta novíssima semente, a frutificar no espírito humano através dos tempos.
Assim, em 1951, Pietro Ubaldi, apóstolo de Cristo, fez a primeira viagem ao BRASIL, convidado a proferir uma série de conferencias por todo o país. Finalmente em dezembro de 1952 instala-se definitivamente, em terras brasileiras, vindo a escolher o seu domicílio em S. Vicente, "célula mater" do Brasil, no Estado de S. Paulo. Ali desencarnou aos trinta minutos de 29 de fevereiro de 1972, depois de concluir seu último livro (24º): Cristo. Ambos os acontecimentos foram previstos em seu livro PROFECIAS, escrito com 16 anos de antecedência.
Ubaldi considera que O BRASIL é realmente o país mais propício ao grande movimento de transformação da Terra, rumo à nova civilização do terceiro milênio. A sua instalação e integração definitivas em nosso país, descritas, magistralmente em seu livro PROFECIAS, foram-lhe inspiradas por "Sua Voz".
Depois de analisada sua Obra, pode-se constatar a magnitude e o interesse palpitante que ela encerra para a Humanidade de nossos dias. Pietro Ubaldi nunca pretendeu fazer prosélitos, formar grupos ou desencadear lutas ideológicas. Insistindo nestes pontos, ele mesmo declara em seus livros que o seu único propósito é fazer o bem e contribuir para que este mundo alcance, quanto antes, a sua maturidade espiritual.
Download de obras de Pietro Ubaldi em http://www.geocities.com/Athens/Academy/9258/downloads.html
FONTES www.geocities.com/Athens/Academy/9258/index.html www.cesnur.org/religioni_italia/s/spiritismo_10.jpg www.pietroubaldieditora.com.br/figuras/circulo4.jpg