| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | |||||
| 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
| 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
| 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
| 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |

.
O HOMEM QUE ROUBAVA HORAS - Daniel Munduruku / Janaína Tokitaka
Literatura Infantil - Editora: Brinque-Book http://www.brinquebook.com.br
O novo livro de Daniel Munduruku conta a história de um homem sem nome, sem casa, cuja família era composta por um monte de cachorros. Ele tinha uma personalidade tão peculiar que mudou a forma das pessoas se relacionarem com o tempo e consigo mesmas.
O Homem que Roubava Horas leva o leitor a pensar sobre o verdadeiro valor do tempo e em como suas horas são gastas.
As ilustrações da jovem e talentosa Janaina Tokitaka são verdadeiras obras de arte que valorizam a história delicada e sensível desse “ladrão de horas” que roubava a pressa das pessoas.
“Eu roubo as horas para lhes dar tempo. Tempo de aprender a usar o tempo. Quem tem hora não tem tempo: tempo de olhar o tempo.”
.
Aproveite e veja:
COISAS DE INDIO - Daniel Munduruku
Cultura brasileira
Escrito por um índio, é um livro para pesquisa, acessível, interessante e muito atraente, capaz de fazer com que o leitor sensível compreenda toda a riqueza e pluralidade das coisas dos nossos índios.
COISAS DE INDIO - VERSÃO INFANTIL - Daniel Munduruku
Lit. Infanto-Juvenil
Coisas de Índio é um livro para pesquisa, acessível, interessante e muito atraente,capaz de fazer com que o leitor sensível compreenda toda a riqueza e pluralidade das coisas dos nossos índios.
CATANDO PIOLHOS, CONTANDO HISTÓRIAS - Daniel Munduruku Maté
Lit. Infanto-Juvenil
Depois do banho no rio corríamos para casa, onde éramos recebidos com o saboroso alimento preparado por nossas mães. Assim, o dia passava mais uma vez e nos deixava com saudade do dia seguinte.
.
Daniel Munduruku (Autor)
Nasci em Belém, estado do Pará, e sou filho do povo indígena Munduruku. Formei-me em Filosofia, com licenciatura em História e Psicologia. Integrei o programa de pós-graduação em Antropologia Social na USP. Fui professor durante dez anos e atuei como educador social de rua pela Pastoral do Menor em São Paulo. Estive em vários países da Europa participando de conferências e ministrando oficinas culturais para crianças. Participei de entrevistas em diversas emissoras de rádio e TV, além de atuar em filmes e documentários, como “Hans Staden”, premiado no Festival de Cinema de Gramado.
Sou um dos fundadores do Inbrapi, Instituto Indígena da Propriedade Intelectual, organização não-governamental que elabora políticas de defesa dos povos da floresta, combatendo a biopirataria e a violação dos direitos de propriedade intelectual.
Desenvolvi atividades como contador de histórias em escolas da rede pública e particular, em São Paulo e em outros estados. Participo de ciclos de palestras e seminários em empresas, associações como os SESCs, centros culturais e universidades, sempre destacando o papel da cultura indígena na formação da sociedade brasileira.
Tenho oito livros publicados, entre os quais "Histórias de Índio", "Coisas de Índio" e "As Serpentes que Roubaram a Noite". Os dois últimos foram premiados com a menção de Livro Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil Juvenil. Coordeno a coleção “Memórias Ancestrais”, que tem como meta editar doze livros de autores e ilustradores indígenas, e que já está no terceiro volume. Pela Brinque-Book, lancei este ano o livro "Kabá Darebu", com ilustrações de Maté.