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CARO LEITOR, divulgo aqui dvd que recebi do amigo e colega José Roig, que desenvolveu um blog chamado >>>>OLHAR VIRTUAL<<<<, com vida e obra de seu pai, artista plástico, autodidata, José Américo Roig, o Zeméco.
Com muita sensibilidade, Zeméco registra visualmente aspectos da história regional sul do país. Contatos: http://olharvirtual.blogspot.com

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DVD UMA VIDA DE ARTES - A história de vida de José Américo Roig, produzido pela Associação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de São José do Norte (RS-BRASIL).
"uma das figuras mais carismáticas de São José do Norte e pintor conhecido por além fronteiras do Rio Grande do Sul. (...) Zeméco - como é chamado - é um pintor que tem suas obras conhecidas até fora do país levadas por turistas que visitam o balneário onde o artista reside".
Quem sou eu
Artista plástico autodidata, natural de São José do Norte-RS, mais conhecido pelo apelido e nome artístico de Zeméco. Dedico a maior parte de minha vida à arte e cultura de minha região e cidade, no extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil. Gosto de pintar marinhas, casarios, retratos. Resido, desde os anos 1980, na Praia do Mar Grosso, no mesmo município onde nasci.
Rosely Ferraiol é uma cidadã e uma profissional muito antenada com seu planeta e suas necessidades. Membro atuante de uma organização filiada à ONU, a Soka Gakay Internacional (sociedade de criação de valores humanos). Essa ong tem como objetivo primordial a Paz Mundial.
A sua preocupação com o meio ambiente é tão grande que, em 1997, ela criou uma idéia extremamente original e ecológica, desenvolvendo uma técnica de revestimento, onde sua matéria-prima principal é o insuperável filtro de café usado, percebendo neles uma textura formidável e encontrando inúmeras possibilidades de reciclagem e reaproveitamento. Ela baseia-se na estética japonesa, chamada de wabi-sabi * (veja definições abaixo).

IMAGEM E TEXTO ACIMA EXTRAÍDOS DE:
http://www.artenegocios.com.br/artenegocios/index.php?destino=produtos&id=5
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.......................... W A B I - S A B I ........................
É difícil explicar Wabi-Sabi precisamente em termos ocidentais. De acordo com Leonard Koren, wabi-sabi é o traço mais proeminente e característico daquilo que nós pensamos ser a beleza Japonesa tradicional e "ocupa grosseiramente a mesma posição no panteão Japonês de valores estéticos que os ideais gregos de beleza e perfeição ocupam no Ocidente".
Wabi-sabi é a beleza das coisas imperfeitas, passageiras e incompletas. É a beleza das coisas modestas e humildes. É a beleza das coisas não-convencionais.
Os conceitos de wabi-sabi estão relacionados com os do Zen Budismo, Os primeiros japoneses envolvidos com wabi-sabi foram os mestres da cerimônia do chá, sacerdotes e monges que praticavam o Zen. O Zen-Budismo originou-se na Índia, viajou para a China no século VI, e foi inicialmente introduzido no Japão por volta do século 12. Zen enfatiza "acesso direto e intuitivo à verdade transcendental acima de qualquer concepção intelectual". No cerne da wabi-sabi está a importância dos caminhos transcendentes em olhar e pensar sobre as coisas e a existência.
Todas as coisas são passageiras
Todas as coisas são imperfeitas
Todas as coisas são incompletas
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As características materiais de wabi-sabi são:
Sugestão de processo natural
Irregular
Intimista
Despretencioso
Terreno
Simples
Para saber mais sobre wabi-sabi, veja http://www.art.unt.edu/ntieva/artcurr/asian/wabisabi.html (inglês)
FONTE: http://www.redelivre.org.br/TWiki/WabiSabi
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(...) "Wabi sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível. Na verdade, wabi sabi é um jeito de “ver” as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.
Contam que o conceito surgiu por volta do século 15. Um jovem chamado Sen no Rikyu (1522-1591) queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá. E foi procurar o grande mestre Takeno Joo. Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz. Limpou o jardim até que não restasse nem uma folhinha fora do lugar. Ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito: o jardim perfeito, impecável, cada centímetro de areia imaculadamente varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas caprichadamente ajeitadas. E então, antes de apresentar o resultado ao mestre Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão. Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu virou um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi-sabi: a arte da imperfeição.
O que a historinha de Rikyu tem para nos ensinar é que estes mestres japoneses, com sua sofisticadíssima cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo, conseguiram perceber que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar. E a natureza das coisas é percorrer seu ciclo de nascimento, deslumbramento e morte. Efêmeras e frágeis. Eles enxergaram a beleza e a elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo. Um velho bule de chá, musgo cobrindo as pedras do caminho, a toalha amarelada da avó, a cadeira de madeira branqueada de chuva que espreguiça no jardim, uma única rosa solta no vaso, a maçaneta da porta nublada das mãos que deixou entrar e sair.
Wabi sabi é olhar para o mundo com uma certa melancolia de quem sabe que a vida é passageira e, por isso mesmo, bela (...)"
FONTE: http://delas.ig.com.br/materias/202001-202500/202044/202044_1.html

imagens fonte: http://www.mourato69.com.br
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Papietagem
Papietagem é uma antiga técnica de confecção de máscaras para o teatro. Diversas camadas sobrepostas de jornal e cola caseira (grude) são coladas sobre uma base qualquer produzindo uma estrutura firme depois de seca.
A técnica da papietagem se aperfeiçoou com o tempo, servindo não apenas para a confecção de máscaras, mas para o feitio de qualquer objeto, desde formas simples de uma só face como a papietagem de pratos até formas mais complexas que devem ser papietadas dos dois lados e depois unidas, como esculturas.
O jornal deve ser rasgado em pequenos pedaços sem o uso da tesoura para a melhor junção das fibras.
Qualquer objeto pode ser usado como forma, depois subtraídos da máscara. Mas podemos usar também uma estrutura permanente feita de papelão, plástico, madeira, etc..
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RECEITA DA COLA CASEIRA USADA NA PAPIETAGEM:
Para cada colher de sopa de farinha de trigo, usa-se uma xícara de água. Dissolver e levar ao fogo mexendo para não embolar. Para maior durabilidade do grude recomendamos o uso de algumas gotas de pinho sol ou formol.
FONTE: http://www.dejore.com.br/esculturas/
Natural de Belo Horizonte, MG, Ronaldo Pio impressiona pela suavidade das formas que executa, utilizando os pés. Dominando diversas técnicas e estilos como: Grafite sobre papel (Estilo acadêmico/realista), Guache sem papel (Estilo impressionista), Óleo sem papel (Estilo acadêmico/abstrato), Acrílico sem papel (Estilo abstrato) e Painéis (Estilo modernismo).
Convidamos o leitor a visitar o site do artista http://www.ronaldopio.com , e assim poder estabelecer contato para exposições, vendas, etc. Ou para admirar sua obra e estilo. Enfim, agradecemos a oportunidade de divulgar este artista, reconhecido no exterior, em constante diversificação. E pela beleza presente em seus quadros, demonstrando superação, força expressiva e domínio técnico.
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RONALDO PIO DOS SANTOS, Iniciou sua caminhada no mundo das artes no ano de 1972, em São Paulo, no SESI. Opção esta destinada a sua ocupação nas horas de folga, entre as seções de fisioterapia para uma possível adaptação dos membros superiores, realizadas naquele Estado.
Os primeiros trabalhos foram grafite sobre papel e logo a pintura a base de guache e o óleo sobre tela. Retornando a Belo Horizonte, sua cidade natal, iniciou um trabalho de técnica artística no curso de pintura da Professora Jonai Lemos e Estergilda Menecucci, dando maior ênface as paisagens brasileiras. Durante vinte e três anos de profissional das Artes, estima ter comercializado vinte e seis mil obras, não só dentro do Brasil mas também para países da Europa, Estados Unidos, Canadá, Japão entre outros, sendo inclusive manchetes de alguns jornais e emissoras de televisão. Finalizado, é bom observar que Ronaldo Pio nunca parou de tentar aprender, sempre querendo fazer o melhor dentro da arte da beleza mas nunca se esquecendo da arte da técnica. Abrir novos espaços dentro do campo das artes.

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Joel Jardim é artesão primoroso da arte da miniatura. Confecciona réplicas de casas, igrejas, fachadas, dos centros urbanos ou do interior. Algumas são pouco maiores do que uma caixa de fósforos, cabem na palma da mão. Outras abrem-se pelo teto, podendo guardar pequenos objetos, como anéis. Um trabalho esculpido cuidadosamente em madeira, rico em detalhes e cores. Joel é artista primoroso. Apreciamos a coleção presente na feira, e visitamos o blog do artista, que complementou nossa visão. Contatos podem ser estabelecidos pelo blog http://joeljardim.blogspot.com/
Comentou-se, na ocasião da nossa visita ao stand do artista (Art Mundi 2007), da necessidade do reconhecimento e valorização do artesanato, pois, embora seja um serviço especializado, e de preservação da cultura nacional, ainda é visto como um sub-serviço, pouco remunerado. Valorizemos os nossos artistas !
