Arte Brasilis

ARTE BRASILIS é uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA e EDUCAÇÃO. Textos e referências para amigos, educadores, interessados em Cultura Brasileira e Educação para a Paz. artebrasilis@hotmail.com (MSN) artebrasilis@bol.com.br

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Arquivo de: Outubro 2007

31.10.07

CONFIANÇA É TUDO

CARO LEITOR, ESTOU COM  TEXTOS ÓTIMOS PARA POSTAR AQUI !

DESTACO ESPECIALMENTE ESTE, QUE TRATA DE UM VALOR QUE CONSIDERO FUNDAMENTAL NAS RELAÇÕES: A CONFIANÇA.

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CONFIAR É UM VERBO BONITO, METAFORICAMENTE INTERESSANTE, POIS AO SER INVERTIDO TRANSFORMA-SE EM "FIAR COM".

PARA EXISTIR A CONFIANÇA É PRECISO FIAR-SE UMA REDE DE PEQUENAS AÇÕES, DESEMBARAÇADAS DE NÓS, FIOS QUE NATURALMENTE SE ENTRELACEM, EM URDIDURA FIRME, RESISTENTE E DURADOURA. CONDIZENTE COM A INTENÇÃO.

HÁ TANTA FALA SOBRE O TEMA  E TAMBÉM TANTA FALTA DE CONVICÇÃO... PALAVRAS NÃO REALIZAM  ESTE PRÓPÓSITO. NEM A AUSÊNCIA DELAS.

CONFIAR É ESTAR JUNTO, HAJA O QUE HOUVER. FAZER-SE DIGNO DO CRÉDITO. É COMO TER UM BEM PRECIOSO, RARO. UM VALOR QUE SE CONQUISTA. E QUE NÃO TEM PREÇO.

A TODOS...BOM FERIADO. E SE POSSÍVEL, FIEM E CONFIEM !

VERA ~ ARTE BRASILIS

 

Confiança e Trabalho em Equipe


O trabalho em equipe é reconhecido como um poderoso instrumento para o ganho de performance das organizações. Por conta disso, ultimamente, muito se tem falado sobre como formar equipes produtivas. como tornar mais fluída a comunicação entre as pessoas, como favorecer a integração no ambiente de trabalho e etc. Pouco se fala, porém, de um aspecto fundamental para a eficiência das equipes: a confiança.

Warren Bennis, da Universidade do Sul da Califórnia, definiu certa vez a confiança como "o lubrificante que torna possível o funcionamento das organizações". Nessa metáfora, está implícita a idéia de que a confiança reduz os atritos entre as pessoas, azeitando os relacionamentos humanos. Realmente, quando os membros de uma equipe confiam uns nos outros, há maior disposição em cooperar, compartilhar conhecimentos e comprometer-se com os resultados almejados. Não é à toa que as mais avançadas teorias de gestão consideram a confiança um elemento-chave capaz de proporcionar a integração, a fluidez e a flexibilidade de que as empresas precisam para sobreviver no mundo globalizado.

Se não parece difícil assimilar a idéia de que confiança é fundamental para o trabalho em equipe, o mesmo já não se pode dizer sobre pôr essa idéia em prática. Confiar implica colocar-se em situação de vulnerabilidade perante aquele em quem se confia, acreditando em suas boas intenções e que ele fará a coisa certa. Por uma questão de economia emocional e autopreservação, as pessoas não saem confiando abertamente em todos que cruzam seu caminho; longe disso, têm critérios muito pessoais e subjetivos, desenvolvidos ao longo da vida, que as levam a decidir confiar ou não. Some-se a isso o fato de que o ambiente empresarial é competitivo, refletindo a realidade do mercado de trabalho e do próprio mundo em que vivemos, e constatamos o quanto a questão é complexa.

Por todas as razões, a idéia de fomentar a confiança entre os membros de uma equipe provoca a inevitável pergunta: como fazer para que as pessoas confiem mais umas nas outras? É certo que a disposição em confiar varia de uma para outra, mas poderíamos dizer que todas são propensas a isso desde que reconheçam no outro certos comportamentos que o qualificam como um indivíduo confiável. Trata-se, portanto, de valorizar e estimular a adoção desses comportamentos, que são:

COMPETÊNCIA - Um conjunto de habilidades, talentos e características que permitem à pessoa ter influência em determinado campo de atuação.

TRANSPARÊNCIA - A atitude de dizer a verdade e colocar sinceramente as expectativas que se tem em relação ao outro. Em relacionamentos pautados pela transparência, as intenções são claras, não há ocultamento de informação e a comunicação flui bem nos dois sentidos, transmitindo mensagens concretas.

CUMPRIMENTO DE METAS - Trata-se de realizar o que se prometeu ou comprometeu a fazer. Quando a pessoa em quem se deposita confiança sabe qual é a expectativa do outro a seu respeito, ambos podem manter um diálogo a partir do qual o cumprimento da meta é facilitado.

CONSISTÊNCIA - É a característica da pessoa cujas atitudes estão alinhadas com um histórico de condutas passadas. Consistência opõe-se a imprevisibilidade, que é um sério empecilho à confiança.

COMPROMETIMENTO - No aspecto profissional, uma pessoa comprometida atua com auto-responsabilidade, seriedade e emprenho em atingir os resultados esperados. No aspecto pessoal, demonstra interesse e preocupação pelos outros, inspirando-os a confiar nela.

COERÊNCIA - Coerente é a pessoa que faz aquilo que prega, que considera bom para os outros o que considera bom para si mesma. Trata-se do fator mais crítico para a confiança, já que a prática mostra o quanto é dificil para as pessoas serem coerentes.

CUMPLICIDADE - Trata-se de criar algo em comum com o outro, uma relação de parceria e lealdade na qual os objetivos e motivos estão implícitos. A cumplicidade gera o sentimento de que todos estão no mesmo barco.

Acreditamos que uma das chaves para fomentar a confiança nas equipes de trabalho está em visualizá-la, antes de mais nada, como um fator de caráter intrapessoal que repercute nos relacionamentos interpessoais. Há que se considerar também o fator cultura organizacional, que pode ou não favorecer o desenvolvimento da confiança entre os membros de uma empresa. Culturas que utilizam mecanismos de controle externo para manter padrões de conduta são uma ameaça à autonomia das pessoas e dificultam o surgimento de comportamentos baseados em confiança.

A confiança predispõe as pessoas a abrir-se para ouvir e compreender o outro, o que lhes permite criar canais de comunicação, avaliar suas capacidades e assumir uma postura que favorece relacionamentos baseados no ganha-ganha. É por meio dessas atitudes que se consolida a cooperação, sustentada na crença de que ninguém atinge um objetivo sozinho – e, sim, que todos os membros da equipe o atingem juntos. Constituem-se assim equipes caracterizadas pela coesão e pela fluidez dos processos internos, o que sem dúvida tem um impacto sobre seus resultados – não só os relacionados ao trabalho, como produtividade e rendimento, mas também os de caráter psicossocial, como motivação, bem-estar e satisfação.

Durante qualquer relacionamento a dimensão confiança é fundamental. A existência de confiança gera um clima positivo, as pessoas cooperam mais, acreditam mais nas outras etc.

LEILA NAVARRO

FONTE: http://www.leilanavarro.com.br

VEJA TAMBÉM:  

COMO GERAR CONFIANÇA NOS RELACIONAMENTOS?

VOCÊ SE CONSIDERA UMA PESSOA CONFIÁVEL ?

FAÇA UM TESTE ABAIXO E REFLITA SOBRE AS QUESTÕES ABORDADAS.

http://www.guiarh.com.br/t6.htm

 

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  • Postado em 18:32:57

30.10.07

POR QUE COISAS RUINS ACONTECEM A PESSOAS BOAS

 

                    

Em agosto deste ano, logo depois do desastre com o boeing da TAM no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que matou 199 pessoas, o jornalista e filósofo Ariel Finguerman apresentou um curso com o título Por Que Coisas Ruins Acontecem a Pessoas Boas? O propósito: trazer à reflexão algumas visões da Bíblia hebraica sobre Deus, a justiça e as causas do sofrimento. Finguerman prepara seu doutorado em teologia pelas Universidades de São Paulo e Tel-Aviv e trouxe para o público eclético da Associação Palas Athena, em São Paulo, uma abordagem judaica de por que as coisas são como são.
“Na Bíblia hebraica, para os judeus, ou no Antigo Testamento, para os cristãos, a primeira sugestão de resposta a essa pergunta está na lei da retribuição”, explica Finguerman. “Segundo ela, existem quatro verdades: Deus comanda o mundo. Ele o faz com justiça. A humanidade sabe o que Deus quer. Quem se comporta de acordo com essas leis será abençoado e quem a desobedece será castigado.”
Por essa ótica, interpretada ao pé da letra, ondas gigantes, acidentes de avião e outras tragédias têm sempre um motivo, mesmo que seja um acerto de contas por aquilo de errado que nossos antepassados fizeram. Pelo menos essa é a verdade na primeira parte da Bíblia (o chamado Pentateuco). Com o tempo, no entanto – vale lembrar que a Bíblia é um conjunto de 100 livros, que começaram a ser escritos mil anos antes de Cristo e cuja última revisão terminou por volta do ano 70 d.C. –, esse conceito foi mudando. Seus autores presenciaram diversas histórias e puderam constatar que punições não aconteciam apenas para os desonestos. “Ao contrário: há exemplos de tiranos como Menash, que reinou por 55 anos e foi abençoado com muitos filhos e vida longa, enquanto homens bons, como Jó, perderam família e propriedades e adoeceram”, exemplifica Finguerman.

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AS LEIS DO CARMA
Para o budismo, o bem e o mal são dois lados da mesma moeda. “As pessoas se preparam para o casamento, o batizado, a festa, mas não se preparam para o sofrimento porque, no fundo, não aceitam que ele exista”, afirma Kelsang Pelsang, monja do Centro Budista Mahabodi, de São Paulo. “Sentir aversão à dor, no entanto, só a faz aumentar”, completa.
Segundo ela, a única forma de entender o mal no mundo é admitir que tudo tem uma causa e não existe uma vida só. Nossas ações ficam registradas no Universo, mesmo quando o corpo se vai. “A lei de causa e efeito não aplaca a dor. Por outro lado, se há uma causa, isso significa que ela pode ser eliminada”, diz Pelsang. As ações positivas de cada um podem contar para diminuir as ações negativas e gerar um melhor carma, mais vibrações positivas, que beneficiem a todos.


PLATÃO E NIETZSCHE
Justificar o mal no mundo é quase impossível para os amantes da razão. “Etienne Borne, um escritor francês do século passado, disse que a existência dele desafia a própria consistência da filosofia. É um problema insolúvel. E nenhuma estratégia de incorporá-lo dá certo para alguém que sofre”, conta Élcio Verçosa Filho, especialista em filosofia da religião, de São Paulo. Não há como relativizar a dor de uma mãe que perdeu o filho. “Por que motivo os inocentes pagam é o grande escândalo do mundo”, diz.
Platão até tentou: dizia que há uma inteligência superior que usa o infortúnio para produzir o bem-estar geral – ao olhar para o todo, o indivíduo se esqueceria das próprias misérias. Já o alemão Nietzsche (1844-1900), trilhando os passos do epicurismo, pegou outro caminho de reflexão e enfatizou o momento presente: ao homem só cabe responder sobre o aqui e o agora, buscando nele o que deve ser feito. “Mas a idéia de prazer (central no epicurismo) inclui certo esforço para evitar a propagação do mal”, explica Verçosa.
Então, tanto a filosofia como o budismo e o Eclesiastes, da Bíblia, concordam que é destino humano suportar a ausência de resposta definitiva para pergunta tão complexa e tão continuamente investigada ao longo de nossa trajetória. Também concordam que, diante de tanta incerteza, não devemos desistir de fazer surgir e viver o melhor de nossa natureza.

FONTE: http://bonsfluidos.abril.uol.com.br/livre/edicoes/0103/04/04.shtml

IMAGEM: http://peregrina12.planetaclix.pt/opera_lago_constancia.jpg

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  • Postado em 18:18:22

FORMAÇÃO TRANSDISCIPLINAR

categorias: AÇÕES EDUCATIVAS

 PROJETO TONOMUNDO

 

O que é o projeto - www.tonomundo.com.br
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O Tonomundo é uma iniciativa do instituto Oi Futuro em parceria com a Escola do Futuro da USP e com o aporte de outros parceiros que visa a transformação da realidade educacional brasileira.

Concebido em 2000 e implementado em 16 estados brasileiros, propicia a formação pedagógica-transdisciplinar dos professores e a consolidação de uma Comunidade Virtual de Aprendizagem.

A partir da utilização da tecnologia como ferramenta educacional em escolas públicas, contempladas com laboratórios de informática conectados à Internet, contribui para a democratização do conhecimento, a inclusão social e digital, e promove o desenvolvimento sustentável em localidades remotas, com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

A partir de 2005/2006 a meta foi o registro de sua sistematização para que as escolas participantes tornem-se Escolas de Excelência Tonomundo, a partir de parâmetros e subsídios teóricos e operacionais definidos através de suas Práticas Formativas e utilizando novas mídias facilitadoras.

O resultado deste trabalho possibilita a universalização dos conteúdos e das metodologias desenvolvidas, para outras escolas públicas brasileiras.

 

Visão
Uma escola pública de qualidade que contribua para a realização do Projeto da Nação Brasileira: uma sociedade livre, justa e solidária.


Missão
Desenvolver, apoiar e reconhecer ações educacionais e culturais que
promovam o desenvolvimento humano utilizando tecnologia de informação e comunicação.

 

Concepção pedagógico-transdisciplinar
A concepção pedagógica é permeada pela Transdisciplinaridade. Ela aborda o que está ao mesmo tempo entre, através e além das disciplinas, articula as diferentes áreas de conhecimento e exercita a visão, a atitude e a prática transdisciplinar.


Objetivos
· Sistematização do programa de formação de formadores a distância, para ampliar a rede de formadores na realidade brasileira;
· Recomendação de mídias que otimizem processos formativos a distância;
· Disponibilização de aportes teóricos, operacionais e tecnológicos para conquista de autonomia/ontonomia das escolas envolvidas no Tonomundo de forma que possam multiplicar o Tonomundo no seu entorno.

 

Público-alvo
O público-alvo do Tonomundo foi definido como Formadores Mediadores Locais (FML), Formadores Mediadores das Secretarias de Educação Estaduais e Municipais, professores, alunos das escolas públicas e membros das comunidades.

SAIBA MAIS EM: http://wallon.futuro.usp.br/mundo_portal/jsp/institucional.jsp

 

 

VEJA TAMBÉM > ENSINO DE ARTE À DISTÂNCIA

http://www.eavparquelage.org.br/nat/ensino_arte_rede




Ensino_arte_rede é um programa de ensino de arte à distância para alunos do Ensino Fundamental 2 da rede pública, que participarão de um trabalho colaborativo com o Núcleo de Arte e Tecnologia da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Nat_Eav), e um artista convidado tendo como foco central o uso de novas tecnologias de comunicação – redes virtuais e mídias móveis, e sua influência em nossa vida cotidiana e na arte contemporânea.

Orientados por uma equipe especializada do Nat_Eav em educação artística para jovens, os alunos das escolas participantes irão conhecer o processo de trabalho do artista e sua obra, a Escola de Artes Visuais e o Espaço Cultural Oi Futuro. Interagindo com o artista e os professores, irão desenvolver um trabalho de arte utilizando aparelhos celulares com câmeras, registrando e mapeando suas percepções e experiências em percursos na cidade entre suas casas, as escolas, a Eav e o Espaço Cultural Oi Futuro. Essas experiências serão trabalhadas pela rede e disponibilizadas em um ambiente virtual criado especialmente para o programa.

Esse programa, elaborado pelo Nat_Eav, patrocinado pela Oi e apoiado pelo Espaço Cultural Oi Futuro, visa a introdução desses jovens no universo de produção da arte contemporânea numa interface com as novas tecnologias de comunicação digitais e móveis, buscando uma percepção das mudanças por elas acarretadas em nosso cotidiano e na arte.



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  • Postado em 17:10:10

JORNAL DA BOA NOTÍCIA

categorias: SAIBA !

Pequena cidade investe em professores

A pequena cidade de Pacatuba, no Ceará, tem deixado seus professores mais satisfeitos. A Secretaria Municipal da Educação tem garantido sobras da verba mensal do Fundo de Valorização do Magistério para benefício dos próprios doentes. Desde 2002, os profissionais da educação recebem além do 13º, o 14º e 15º salários.
Esta é uma boa notícia que não só dá incentivo ao professor como também confere bom desempenho dos alunos. Este é o resultado de um gasto transparente na educação, com novas alternativas pedagógicas.

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Programa Equilíbrio vai tratar crianças de rua

A Prefeitura de São Paulo lançou (dia 14/10) o Programa Equilíbrio. Trata-se de um projeto inovador, com ações para o atendimento global a crianças e adolescentes que vivem nas ruas. A proposta é promover o retorno ao convívio familiar, permitindo o equilíbrio físico e mental dos menores.
O programa atenderá, num primeiro momento, crianças e adolescentes das ruas e que residam nos abrigos da região da Subprefeitura da Sé. Os casos mais graves serão encaminhados ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas.

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Prêmio Jovem cientista tem inscrições abertas

Estão abertas até o dia 30 de novembro as inscrições para o Prêmio Jovem Cientista. Este ano, o tema é ‘Educação Para Reduzir As Desigualdades Sociais’. O concurso promoverá estudos sobre a superação da violência, mecanismos da inclusão social e educação empreendedora.O prêmio tem cinco categorias e será concedida uma menção honrosa a um pesquisador-doutor que tenha se destacado na área. Mais informações pelo site www.jovemcientista.cnpq.br.

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São Paulo terá selo antifumo

A Secretaria Estadual da Saúde lançou um programa para eliminar a fumaça do cigarro dos ambientes fechados. Um selo de reconhecimento será oferecido às empresas e edifícios que conseguirem banir o fumo em suas dependências.
O Programa de Promoção de Ambientes Livres de Tabaco é uma boa notícia. Ela promove campanhas internas em locais de trabalho e espaços públicos para eliminar totalmente o cigarro.


Jornal da Boa Notícia
http://www.radiomundial.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=123&Itemid=5


imagem: http://www.homolaicus.com/economia/fumo/fumo.gif

 

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28.10.07

DADOS SOBRE A EDUCAÇÃO

categorias: SAIBA !

                                             

Famílias pobres gastam 10% da renda com educação 

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Muitas famílias pobres brasileiras, descontentes com o ensino público, estão fazendo um esforço financeiro para matricular seus filhos em instituições privadas. Cerca de 1 milhão de famílias das classes D e E comprometem 10% de sua renda pagando mensalidade em escolas particulares, segundo um estudo que será divulgado amanhã, obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S.Paulo. São pessoas que recebem, em média, R$ 800 por mês (valores que variam de R$ 500 a R$ 1.500). Isso é quatro vezes mais, proporcionalmente, do que investem as classes A e B, que aplicam 2,5% do rendimento familiar em ensino privado - apesar de gastarem, quantitativamente, 5,4 vezes mais.

"Tínhamos a impressão de que famílias de baixa renda também estavam gastando com educação, provavelmente por não confiarem na escola pública ou pela crença muito difundida de que a particular sempre é melhor. Decidimos investigar isso primeiro para saber se era verdade e depois para entender onde e como esse investimento estava sendo feito e o quanto comprometia da renda familiar", explica um dos autores da pesquisa, Naércio Menezes Filho, professor de economia do Ibmec São Paulo e da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP). "Como resultado, além de percebermos que esse gasto existia, vimos que, entre famílias de classes mais baixas, o comprometimento da renda era muito maior."

O estudo mostra também que, quanto maior a escolaridade da mãe, independentemente do salário, mais alta é a probabilidade de ela investir financeiramente na educação de seu filho. Ao comparar mães com 11 anos de escolaridade, ou seja, o ensino básico completo, com as que não são alfabetizadas, a proporção quase dobra dentro da mesma faixa de rendimentos.

Os dados são mostrados em levantamento inédito feito pelo Ibmec São Paulo e pelo Instituto Futuro Brasil, em parceria com a Fundação Lemann e o Instituto Gerdau. Para chegar aos números, foram usados dados atualizados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (Pof), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e do Censo Escolar, feito pelo Inep, órgão de pesquisa ligado ao Ministério da Educação (MEC). O trabalho será divulgado amanhã no seminário Gastos com Educação - Um Reflexo da Gestão e da Legislação.

De acordo com a publicação Gastos e Consumo das Famílias Brasileiras Contemporâneas, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a educação é justamente o item que mais cresceu nas despesas do orçamento das famílias brasileiras desde 1998. Esse investimento representa também o segundo item de maior desigualdade entre ricos e pobres no País: as famílias com mais dinheiro investem 30 vezes mais na formação de seus filhos do que as mais carentes.

"É comum encontrarmos entre pessoas de renda muito baixa um esforço grande para conseguir oferecer um ensino diferente aos filhos. E, com a idéia geral de que a escola pública está muito ruim, a particular aparece como o melhor investimento para poderem oferecer uma expectativa de vida diferente aos filhos", afirma Ladislaw Dowbor, professor da pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e consultor das Nações Unidas na área de política pública e desenvolvimento.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/28102007/25/manchetes-familias-pobres-gastam-10-da-renda-educa.html

imagem: http://www.nosamamosatletismo.net/noticias/imagens/sifrao.jpg

 

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  • Postado em 18:32:06