Arte Brasilis

ARTE BRASILIS é uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA e EDUCAÇÃO. Textos e referências para amigos, educadores, interessados em Cultura Brasileira e Educação para a Paz. artebrasilis@hotmail.com (MSN) artebrasilis@bol.com.br

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Terra Blog

Arquivo de: Outubro 2007, 14

14.10.07

A SEXUALIDADE COMO EXPRESSÃO MAIOR

CARO LEITOR, A GISELA É UMA GRANDE AMIGA.

TRABALHAMOS JUNTAS, ANOS ATRÁS. HÁ AMIZADES ESCRITAS EM LETRAS DOURADAS, QUE O TEMPO NÃO APAGA. A GISELA É UMA DELAS. 

UMA GUERREIRA, ALÉM DE PESSOA SENSÍVEL, NOTÁVEL, QUE TEM A ARTE DA ESCRITA E AS ANTENAS VOLTADAS PARA A VIDA.

SUA TRAJETÓRIA MOSTRA QUE A INCLUSÃO É NECESSÁRIA, POSSÍVEL. SEM ELA, MESCLADA EM NOSSAS VIDAS, PERDEMOS A IDENTIDADE HUMANA.

AQUI, GISELA FALA DE SEXUALIDADE. NOS LINKS ABAIXO, MAIS TEXTOS, IMPORTANTES PARA DESCREVER A SUA JORNADA RUMO AO MERCADO E  PROFISSIONALIZAÇÃO, NA LUTA CONTÍNUA.

NESTA DATA, DIA DOS PROFESSORES, SUGIRO REFLEXÃO SOBRE A URGÊNCIA DA INCLUSÃO,  DA AMIZADE, DA ATITUDE QUE BROTA DE ATOS SIMPLES E FLUI NATURALMENTE, HOJE E SEMPRE.

OBRIGADA PELO TEXTO, GI !

VERA ~ ARTE BRASILIS

 

 

“A SEXUALIDADE COMO EXPRESSÃO MAIOR” - texto de Gisela Bordwell - Formada em Pedagogia pela Universidade São Marcos


<< A sedução não existe só no que se refere a beleza exterior, aparência física, status ou condição econômica. Ela também deve acontecer por se levar em conta o caráter da pessoa, a honestidade, a sinceridade. Mas nem sempre é isso que ocorre.

Geralmente as pessoas portadoras de deficiência, que estão marcadas logo na sua aparência, são estigmatizadas na parte da sedução. Quando uma pessoa sai pelas ruas com sua cadeira de rodas, para trabalhar ou resolver assuntos como qualquer ser humano ativo é olhada com piedade, sem antes, tentar conhecer o seu valor, perceber suas habilidades e qualidades pessoais, já ficam preocupadas em ajudá-la ou em não machucá-la. Isso se dá por pura falta de convivência e contato. Às vezes sentem até receio de se aproximarem. É muito mais fácil fazer um pré-julgamento negativo do que admirar a sua auto expressão.

Mas as pessoas que têm um conhecimento mais aprofundado da escala evolutiva da existência humana, conseguem perceber que aquele defeito aparente se trata de um compromisso, que na maioria das vezes é escolhido pela própria pessoa, para se lapidar nas asperezas da caminhada que não foram superadas anteriormente, por orgulho, egoísmo ou até mesmo falta de conhecimento das leis de Deus. Então nascem com alguma anormalidade para resgatarem coisas que passaram desapercebidas.

Essas pessoas conseguem admirar e valorizar tais diferenças, sem pena e sem dúvida, a atração física, o namoro e o casamento acontece. É claro que a própria pessoa também precisa ter essa auto-compreenção e mais do que ninguém aceitá-la, não como um fardo mas como um meio de evolução. A partir daí o envolvimento amoroso também fica mais fácil, pois ao perceber a aceitação, a outra pessoa também se encanta e a relação se torna algo natural.

A melhor fase é a da paquera e da conquista, onde os sonhos, fantasias e descobertas explodem nos corações apaixonados, desprovidos de preconceitos e regras convencionais, inventadas por seres humanos sem conhecimento das leis naturais.
É necessário muita conversa entre casais, principalmente quando um deles, ou mesmo os dois trazem a questão da deficiência, para que possa haver um enorme respeito das possíveis diferenças e limites de ambas as partes. Para isso, a entrega deve ser profunda e plena. >>




mais textos de Gisela http://www.entreamigos.com.br/Tribuna/MinhaTrajetoria.html

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=3172&codtipo=2&subcat=54&canal=talento

 

  Gisela Bordwell

"As pessoas correm muito e acabam não parando para conhecer o outro, julgando sem nem saber quem é a pessoa".

 


 IMAGEM: http://www.conexaodanca.art.br/imagens/albumdeferias/images/Grupo%20Corpo_jpg.jpg 

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VIDA DE PROFESSOR

CARO AMIGO PROFESSOR. PARABÉNS PELO SEU DIA ( AMANHÃ! ) ! 

SEI...QUE ESTÁ EM DESUSO O CUMPRIMENTO AO PROFESSOR.

ANTES, REVERENCIADO PELA ESCOLA, FAMÍLIA E ALUNOS. HOJE, NEM TANTO. 

MAS, PORÉM, TODAVIA...AO MESTRE, COM CARINHO, DEIXO UM TEXTO, QUE ACHEI INTERESSANTE.

...E SOBRE O HÁBITO DE DAR MAÇÃS AOS PROFESSORES...DESCONHEÇO A ORIGEM (ALGUÉM CONHECE ?)...MAS SEI QUE MAÇÃ É EXCELENTE PARA AS CORDAS VOCAIS !

USEM E ABUSEM DAS MAÇÃS.

 

ABRAÇOS CÚMPLICES, VERA ~ ARTE BRASILIS

 

 

 

Vida de professor em fases
Gilda Lück



Um dia destes eu conversei com uma educadora de sucesso. Ela me dizia que, entre suas colegas de universidade, uma ainda continuava "dando" suas aulinhas como sempre fizera. Sem nada de mudanças. Sem diferenciais, sem novidades ou surpresas. Sem evolução de carreira. E tal colega era uma das educadoras com maior potencial na faculdade.
Afinal, por que alguns professores evoluem e outros ficam estagnados na carreira?



Um pouco de história - Desde a antigüidade clássica que se divide a vida humana em quatro idades: infância, juventude, maturidade e velhice. Tal enfoque sofreu um baque com a publicação de A Origem das Espécies, de Charles Darwin. A partir dessa obra, o ser humano se coloca mais próximo dos animais, mais perto de suas raízes biológicas.
As idéias de Darwin estimularam muitos psicólogos a criar um novo ramo da psicologia, a Psicologia do Desenvolvimento ou da Evolução. Tais estudos permitiram identificar uma série de etapas presentes na infância e vida adulta, mas ainda haviam diversas lacunas a serem preenchidas.
Nos anos trinta, a pesquisadora Charlotte Buhler, com base em estudos de biografias, tentou determinar as várias fases do desenvolvimento humano desde o nascimento até a morte. A primeira conclusão a que se chegou é que a vida está em constante mudança, não apenas devido a fatores biológicos, mas também por causa de acontecimentos psicológicos e sociais.

 

Teorias - A partir de então surgiram dois modelos principais que tentam explicar a trajetória média do profissional:



Organicista - Através desse modelo, o homem é entendido antes de tudo como um ser vivo, sujeito assim a um processo cíclico de desenvolvimento orgânico. A sociedade é o campo onde suas fases acontecem. Elas podem surgir de forma acelerada, podem modificar-se um pouco de indivíduo para indivíduo, mas não podem ser puladas ou anuladas. Segundo essa teoria, o principal determinante do comportamento reside em fatores biológicos. Eis a visão organicista de um profissional de educação:


- A plenitude da carreira acontece aos 35 anos. O educador sente-se o dono da verdade, o "Professor de Deus".
- Por volta dos 42 anos se dá a verdadeira formação do caráter. O professor percebe que existem outros profissionais tão ou mais competentes do que ele.
- O melhor rendimento acontece por volta dos 49 anos. A maturidade e a verdadeira competência afloram aos poucos.
- Mais ou menos aos 55 anos o professor é o conselheiro generoso. Sua única certeza é que ainda há muito para saber. É preciso ler livros, ver filmes, pesquisar, conversar com outros educadores.



A teoria organicista costuma ignorar que as mudanças nas vidas das pessoas são um processo contínuo e diferente para cada pessoa. As divisões propostas ignoram as influências externas no processo de desenvolvimento.

Continuísta - Neste modelo, apesar de não excluir as etapas completamente, elas não têm um significado tão grande como na teoria anterior. No entendimento continuísta, o professor divide sua carreira da seguinte forma:


- Início: a sobrevivência e a descoberta. É quando a pessoa entende-se como educador, e começa a perceber tudo o que aquilo significa. Evolui na base da tentativa e erro, mas evolui.
- Entre 28 e 33 anos. Surge o foco metodológico,. Parte em busca da teoria mais apropriada para a sua ideologia, sendo crítico quanto aos padrões estabelecidos pela organização na qual trabalha. Considera suas idéias as mais importantes que existem.
- Entre 30 e 40 anos. Agora o foco é na competência. Sai em busca de novos cursos, diplomas e referências.
- Entre os 40 e os 55 anos. Surge a estrela. É o dono da verdade. Sabe mais do que todos. Despreza aqueles que acredita serem incompetentes.
- A partir dos 55 anos. Ele cai na real e descobre que ainda tem muito a aprender. Divide seu saber com os outros. Percebe que a característica essencial do professor competente é a humildade e a generosidade.



FONTE: http://www.profissaomestre.com.br/php/verMateria.php?cod=1921

 

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