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Xingu!
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Fabrica de Quadrinhos - André Valle - 07/11/2007
http://www.fabricadequadrinhos.com.br/indexo.php?conteudo=antimateria&id=10430
Com diversos álbuns publicados na Europa, finalmente a Devir Livraria traz ao Brasil Xingu, uma das obras do conceituado artista brasileiro Sérgio Macedo, publicada no Brasil após 20 anos de sua publicação original. Trata-se de uma aventura de seu personagem Vic Voyage, um aventureiro que viaja pelos mares do globo - sendo que, nesse álbum em particular, Vic Voyage é, de certa maneira, o alter-ego do autor, pois a história é baseada em suas experiências durante o período em que conviveu com os índios Kayapó no Mato Grosso durante os anos 80.
A história, que se passa em 1987, começa no Rio de Janeiro, quando Vic Voyage e seus companheiros Ralf Von Samba e Doctor Jah envolvem-se em uma confusão com a polícia carioca, que os confundem com traficantes. Sendo resgatados pelo seu amigo brasileiro Júlio Mendes em seu carro, Vic em seguida acompanha Júlio até a fazenda de seu pai no pantanal do Mato Grosso, encontrando lá problemas com um bando de coureiros, que são contrabandistas de couro de jacaré e que, com a caça predatória, prejudica o ecossistema do pantanal e, consequentemente, seus habitantes.
Logo depois, o pai de Júlio o incube de contatar Elisa, sua irmã que trabalha com assistência médica na tribo Kayapó no norte do Mato Grosso, no parque indígena do Xingu, para impedi-la de fazer mais doações de suas terras para os índios. Acompanhando Júlio nessa jornada, Vic envolve-se com funcionários da FUNAI, empresários inescrupulosos que planejam ocupar as terras indígenas com a permissão do governo através de políticos corruptos e também com índios destemidos que defendem suas terras e sua cultura à todo custo.
O mérito dessa aventura concebida por Sérgio Macedo é que ela apresenta aspectos didáticos de maneira envolvente, pois o leitor acaba tendo muitas informações tanto sobre a cultura indígena – que é bastante rica, sendo que o autor incluiu palavras da língua Kayapó devidamente traduzidas nos próprios balões, além de informações em notas de rodapé – como também dos problemas que eles enfrentam. É interessante constatar também que, mesmo tendo sido produzida há 20 anos, ela apresenta muitos problemas atuais, como o desmatamento desgovernado e a corrupção política de nosso país, para citar somente alguns.
Como bônus, a edição traz uma introdução sobre o personagem Vic Voyage, além de um texto sobre o período em que Sergio Macedo e sua esposa conviveram com os índios Kayapó entre janeiro e fevereiro de 1987, enriquecido com fotos, desenhos e pinturas dessa estadia na tribo indígena. Além disso, a edição da Devir está excelente, conferindo grande qualidade para as belas pinturas de Sérgio Macedo, premiado recentemente pelo HQ Mix na categoria Grande Mestre.
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FICHA TÉCNICA
Xingu! - Sergio Macedo
Devir Livraria
80 páginas coloridas em papel couchê
Formato 21 x 28 cm com capa em papel cartão com reserva de verniz
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>>> veja entrevista com o autor em:
http://www.bigorna.net/index.php?secao=entrevistas&id=1192911499 *
>>> notícias do lançamento em:
http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=13170
http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=10965
* Trecho da entrevista:
"Desenhar monstruosidades, a feiura, “denunciar” coisas horríveis é muito fácil. O mundo está cheio de problemas, o que precisamos fazer é encontrar soluções para melhorar a vida, para ser feliz. Ninguém veio a este mundo para ser infeliz. A vida neste planeta que perdeu a conexão com a Fonte-Centro-Original do universo não é fácil, mas este planeta é uma escola muito interessante. Se ligar na positividade, fazer em relação ao outro o que gostaríamos que nos fizessem (isso também se aplica na HQ), são princípios que têm resultados extremamente benéficos para a vida em geral". Sérgio Macedo
AMIGO LEITOR, LENDO 'ARTHUR DA TÁVOLA' RECORDEI NOSTALGICAMENTE DE MINHA AVÓ MATERNA, QUERIDA PROFESSORA DE PIANO DOS ANOS SETENTA, EXTRAINDO SONS E ENCANTOS DO AMARELADO TECLADO DE SEU PIANO, SEU SUSTENTO. AS AULAS...AUDIÇÕES...MOVIMENTO DE ALUNOS NA SALA DE ESTAR DE SUA CASA...ALEGRIA E SUOR, MISTURADOS NO COTIDIANO. DEIXANDO SUA ALMA JOVEM E SEMBLANTE SERENO, EMBORA CANSADO...
NÃO FEZ DE MIM PIANISTA (RISOS), SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRES...NETOS DRIBLAM AVÓS, QUE CAEM NAS ARMADILHAS DO AFETO ( "-VÓ, FAZ PANQUECAS ? ...E LÁ SE IAM ESTUDOS E SOLFEJOS, TROCADOS PELAS INESQUECÍVEIS PANQUECAS COM AÇÚCAR E MANTEIGA..." - UM DIA REVELO A RECEITA, MAS O TEMPERO DO AMOR CABERÁ A CADA UM...)
OBSERVANDO-A, ADMIREI-A. HERDEI A METODOLOGIA DO AFETO E O AMOR INCONDICIONAL PELOS ALUNOS E PELO DESAFIO DO ENSINO. (AHH....DESAFIO ERA COM ELA!)
ENSINAR PELA NECESSIDADE E PELO DOM. HÁ QUEM DUVIDE DESTA DUPLA, QUE IMPULSIONA A ARTE E A VIDA.
SAUDOSA VÓ ALICE. A SAGA CONTINUA. MINHAS PANQUECAS NÃO SAEM LÁ, EXATAMENTE, COMO AS SUAS..."VOILÁ" !
HAVERÁ PROFESSORAS DE PIANO AINDA ?
ARTHUR DA TÁVOLA INDICA (NO TEXTO ABAIXO) QUE SÃO CADA VEZ MAIS RARAS...
VERA ~ARTE BRASILIS

A AGONIA DO PIANO - ARTHUR DA TÁVOLA
Antes era o cravo, clavicembalo, como diziam os europeus. Mas os músicos não tinham como tocar mais alto ou mais baixo pois o cravo mantinha uma sonoridade constante, além de metálica e fraca de intensidade . O artesanato musical foi, foi, foi e ali por volta de 1709 surgiu o primeiro piano como hoje o concebemos. Piano, aliás é uma expressão errada mas já se consagrou. Piano em italiano que dizer suave, baixo. Era o que acontecia com o cravo que soava abafado pelas incipientes orquestras da época. Quando se fez o novo instrumento ele passou a chamar-se piano e forte, ou pianoforte. Por que? Porque tocava tanto piano (baixinho) como forte. Até hoje os italianos o chamam de pianoforte. Nós é que simplificamos para piano.
Leio no jornal que a casa Milton, com mais de 70 anos no ramo de venda de pianos fechará suas portas. Já chegou a vender cerca de cem pianos por mês, agora não vende mais de três....
A agonia do piano começou a partir dos anos 60, com a introdução dos teclados eletrônicos. Mas durante mais de duzentos anos ele foi o instrumento mais importante do mundo. Primeiro, por ser completo, isto é sinfônico. Segundo, pela sonoridade belíssima. Terceiro, por amealhar um incomensurável catálogo de obras primas, verdadeiras maravilhas. Não vou ficar aqui citando Liszt, Chopin, Schumann, Beethoven, Schubert, Fauré, tanto, tantos outros. Isso sem falar nos grandes intérpretes que sobretudo o disco consagrou no século vinte.
Até a metade do século vinte não havia o que se chamava de “moça de família” sem o seu professor ou cursinho de piano. Fazia parte da boa educação. Mas o século vinte com a evolução tecnológica que a tudo invade, feriu de morte o piano. De morte, não, pois as obras estão aí e ele jamais desaparecerá da literatura musical. Apenas sairá, como já saiu, da moda há uns trinta anos e a gente levou um tempão para se dar conta disso.
É uma pena.
ESTA E OUTRAS CRÔNICAS ESTÃO ARMAZENADAS EM:
http://www.arturdatavola.com/Cronicas_2004_P_1.html#memoria
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MÚSICA....POESIA....LITERATURA...E MUITO MAIS EM:
A Casa de Cultura Artur da Távola >>>> http://www.arturdatavola.com
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PROGRAMAÇÃO ON-LINE 24 HORAS:
http://www.arturdatavola.com/web_radio.html
Rádio Cultura FM - SP -Música Clássica com Artur da Távola.
-Domingos, às 10.00h
Rádio Senado FM - DF - Música do Brasil, com Artur da Távola:
-Sábados, 16.00h -Domingos, 11.00h -Quartas, 23.00h
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ARQUIVOS DO SITE: SETE DÉCADAS DA MELHOR MÚSICA BRASILEIRA.
(É só escolher e clicar em cima do nome da música)
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...RECEITA DE PANQUECA....não é a da minha vó....invente a sua !!!!
http://www.terra.com.br/culinaria/lcintra2/sob_19.htm
IMAGEM piano http://www.almalusitana.com/images/piano_keys.jpg
OLÁ AMIGOS,
DESENHO...ORIGAMI...MÚSICA...DICA IMPERDÍVEL PARA EDUCADORES E APRECIADORES DAS ARTES MANUAIS:
OS VÍDEOS DE EDUARDO DOS SANTOS.
O AUTOR POSSUI VÍDEOS PUBLICADOS NO SEGUINTE ENDEREÇO: http://www.youtube.com/profile_videos?user=Eduamigobq&p=r
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O ARTE BRASILIS DESTACA:
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - CATAVENTOS - Homenagem poética - E.Santos (1:58) Cataventos ou Papaventos fazem parte da nossa infância ... O vídeo faz uma homenagem ao brinquedo simples, que nos alegrou e ainda continua encantando as novas gerações
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - ORIGAMI - POMBA DA PAZ ou pássaro da paz (dobradura) (5:10) Esse é um vídeo que mostra passo a passo a construção de uma Pomba que bate as asas ...Uma diversão bem legal para crianças e adultos.
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - BORBOLETA (dobradura) e outras técnicas... (3:57). Esse vídeo mostra a construção de uma simpática Borboleta usando como principal técnica o Origami - Arte de dobrar o papel criando figuras e objetos ...vale lembrar que o Origami tradicional não se corta o papel...aqui é uma criação livre (estudo).
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - Desenho Livre - Estudo II (4:05)
Sempre começo fazendo meus desenhos livres, por acaso e eu os guardo e os perco de propósito, para serem achados por mim em algum momento da minha vida...Agora os deixo, livres aqui nesse espaço para que outros também possam achá-los e curti-los.
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - EXPOSIÇÃO VIRTUAL- Origami - Kirigami - Tesselations - 2007 (3:50)
- Esse vídeo mostra algumas peças do trabalho do artista Eduardo dos Santos que busca nas artes orientais a inspiração para elaborar suas obras...Vale conferir!
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Autor: EDUARDO DOS SANTOS - DESENHO, ORIGAMI E MÚSICA - um estudo divertido... (3:22)
Nesse vídeo o artista se diverte fazendo um quadro e uma pequena estória de amor com personagens feitos de origami (dobradura).O fundo musical é de Heitor Villa-Lobos e ficou bem interessante, vale dar uma "espiada" ...
PACIÊNCIA - PAZ-CIÊNCIA - CIÊNCIA DA PAZ
AFINAL, "A VIDA É TÃO RARA" - CANTA LENINE.
QUER OUVIR ?
CLIQUE NO VÍDEO
http://www.youtube.com/watch?v=HZnvUNVkKfY
( ALTAMENTE RECOMENDÁVEL !!! )


O espetáculo “Gandhi, um líder servidor”, com o ator João Signorelli
"Interpretada pelo ator João Signorelli, a peça convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre integração, cooperativismo e amor. O espetáculo começa quando Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para a paz mundial. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. “Para Mahatma não havia diferença entre esse ou aquele: todos são seres humanos – e espirituais – buscando experiências terrenas para alcançar nova consciência e evoluir com mais rapidez”, destacam os autores Bené Catanante e Miguel Ângelo Filiage, que também é o diretor do espetáculo. O monólogo, que tem a produção de Mozart Primo, encerra evidenciando a trajetória de Gandhi como líder e sobre a importância da conduta única e de fé. Em 45 minutos de apresentação, Signorelli envolve a platéia, estabelecendo uma vibrante troca com o expectador. Ator profissional há mais de 20 anos, também jornalista e apresentador, já atuou em novelas, minisséries, cinema e teatro. Há mais de três anos interpreta Gandhi, com apresentações por todo o país." fonte: http://pg.pr.gov.br/node/2647
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João Signorelli vem interpretando Gandhi há mais de dois anos, apresentando-se por todo país, em empresas nos seus depts. de RH, em instituições de ensino, clínicas, abertura de eventos, congressos e seminários. O monólogo de Miguel Filiage, baseado nos discursos de Gandhi, falando sobre liderança, conduta única e cooperativismo, vem obtendo êxito como mais um segmento motivacional dentro das empresas pela introdução de princípios ético-filosóficos nas relações humanas.
Sinopse: Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para a paz mundial. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. Convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre integração, cooperativismo e amor. Para o Mahatma não havia diferença entre esse ou aquele: todos são seres humanos (e espirituais) buscando experiências terrenas para alcançar nova consciência e evoluir com mais rapidez. Ao final fala sobre sua trajetória como líder, sobre a importância da conduta única e invoca a fé.
SOBRE O AUTOR
João Signorelli, jornalista, ator há mais de 30 anos, apresentador, locutor, com participações em televisão, teatro e cinema em: "Grande Sertão: Veredas", "Aquarela do Brasil", "O Sorriso do Lagarto", "Senhora do Destino", "América", "O Homem de la Mancha", "Garrincha", entre outros.
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faça download gratuito da palestra (mediante preenchimento de cadastro) >>>
http://conteudosvirtuais.com.br/vivali.asp?IdSeguro=2282244&loja=1186&div=5&link=VerAutor&Autor=193
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Ouça em http://www.ippb.org/multimidia@ippb.org/default.htm
Entrevista com o ator João Signorelli (30-Nov-2006) duração 55:36 tamanho 6.517 Kb
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VEJA TB >>> GANDHI NO ESPACO CULTURAL SATTVA
http://br.youtube.com/watch?v=7o72m4guej4
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TRAILER DO FILME "GANDHI" (COLUMBIA PICTURES)
http://br.youtube.com/watch?v=mVwCeGxTN-A
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Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).
Ele foi o maior divulgador do conceito da Ahimsa, ou seja, do princípio da não-violência. Gandhi apregoava a importância do homem exercer perfeito controle sobre si mesmo.
Ahimsa é uma palavra em sânscrito, da cultura/filosofia/religião hinduísta. Desde o ponto de vista etimológico a palavra Ahimsa deriva da raíz sâncrita hims- que significa ‘prejudicar’, ‘danar’, ‘ferir’, ‘matar’, com a adição do prefixo 'a', que é a negação, o que lhe dá o significado de - ‘não prejudicar’, ‘não danar’, ‘não matar’, etc.
Trata-se de uma ação propriamente dita, é portanto um conceito prático. Basicamente essa ação tem a intenção de preservar e respeitar todos os seres do universo (animais, vegetais, minerais, etc) a partir de uma postura de só entrar em contato com esses seres para troca simbiótica (favorecendo os agentes envolvidos) de amor e paz. Assim, Ahimsa significa não entrar em contato em vão, não manter relações à toa com os seres, mas sempre com o objetivo de receber e proporcionar amor cósmico.
( http://www.amorcosmico.com.br/hinduismo/conceitos/ahimsa.asp )

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