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ARTE BRASILIS é uma REVISTA ELETRÔNICA de ARTE, CIÊNCIA, FILOSOFIA e EDUCAÇÃO. Textos e referências para amigos, educadores, interessados em Cultura Brasileira e Educação para a Paz. artebrasilis@hotmail.com (MSN) artebrasilis@bol.com.br

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Terra Blog

Categoria: TURISMO CULTURAL

08.06.07

ECOTURISMO EM ITANHAÉM

categorias: TURISMO CULTURAL

Amazônia Paulista

Ecoturismo nos rios de Itanhaém


Crédito: Vania Delpoio.


A bacia do rio Itanhaém, segunda maior de São Paulo, com mais de 2 mil quilômetros quadrados, começa a ser utilizada para a prática do ecoturismo, na Baixada Santista

Por: Raquel Santos


Itanhaém, uma das cidades mais antigas do Brasil, além de ter uma geografia privilegiada com dez praias e 300 quilômetros quadrados preservados de Mata Atlântica, possui outro fator que contribui ainda mais para sua valorização. Trata-se da bacia hidrográfica do rio Itanhaém, a segunda maior do Estado de São Paulo, com mais de dois mil quilômetros quadrados de extensão e 180 quilômetros de águas navegáveis. Tudo isso tem favorecido a prática do ecoturismo para os cerca de 400 mil turistas que começam a visitar a cidade também em busca de roteiros alternativos.

Além do Itanhaém, outros dois rios se destacam na região: o Preto, de coloração escura e o Branco, cristalino. O encontro de suas águas faz o município ser conhecido por Amazônia Paulista, uma homenagem à junção dos rios Negro e Solimões, com as mesmas características, para a formação do rio Amazonas. “O mesmo fenômeno, que ocorre no Norte do País, se repete por aqui. O Preto e o Branco caminham por cerca de 30 quilômetros até que se encontram para formar o rio Itanhaém. No entanto, eles não se misturam”, explica o vice-prefeito da cidade e especialista na hidrografia de Itanhaém, Ruy Santos.

O cenário predominante no local, típico de restinga e manguezais também lembra a Amazônia, assim como alguns animais silvestres, a exemplo do guará vermelho, ave que está em extinção.

Para quem deseja conhecer esse paraíso ecológico, há embarcações que partem diariamente do píer localizado na alameda Emídio de Souza, na praia do Sonho. A Turismo Rio Branco, por enquanto, é a única empresa que presta o serviço a R$ 15 por pessoa, em dois horários: 9h30 e 15h30. O roteiro, feito com no mínimo seis passageiros, tem duração de duas horas e começa no rio Itanhaém. Os turistas percorrem cerca de quatro quilômetros e meio até o encontro dos rios Preto e Branco. A partir daí, seguem pelo rio Preto em direção à ilha do Rio Acima, a maior do gênero no litoral paulista. A travessia termina no Country Club, onde há infra-estrutura para receber os visitantes e aluguel de caiaques, a R$ 5 por trinta minutos.

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I T A N H A É M     ~~~    HISTÓRICO :

Cidade do litoral sul paulista, localizada entre os municípios de Mongaguá e Peruibe, possui grande apelo turístico e ecológico por sua beleza natural e seu valor histórico. Seu nome vem do tupi-guarani, e quer dizer "pedra que canta", provavelmente originado pelo som do vento passando entre duas grandes rochas no alto do morro do Paranambuco.


Itanhaém foi descoberta e fundada pelo navegador português Martim Afonso de Souza, no dia 22 de Abril de 1.532. Segundo historiadores ele estabeleceu o fundamento da povoação de Itanhaém entre a tribo dos Itanhaens que vivia juntamente com colonos, ao redor de pequeno porteiro na praia de Peruíbe a 13 km, ao sul de Itanhaém. Mas é evidente que o navegador ao estabelecer essa povoação, estava na realidade fundando toda esta região e principalmente à margem direita do Rio Itanhaém do mar olha para a terra, porque a exuberante foz do rio os morros de que de um lado e de outro do rio existem acomodando pequenas e belas praias em forma de baía, costões de pedras se antepondo ao mar, área a frente do morro Itaguassú onde hoje situa-se o Convento, formam razões mais que óbvias sob todos os enfoques, para o estabelecimento de vilas e aldeias. Tanto é verdade que alguns anos depois, mesmo com a chegada dos jesuítas junto aos índios e colonos e a construção da Igreja e Colégio dos Padres Jesuítas, depois chamado Colégio de São Batista paralelamente formava-se aqui onde hoje é o centro de Itanhaém a aldeia de Nossa Senhora da Conceição, uma paliçada de torras ao redor das casas com três saídas para rio e a Ermida, pequena Capela de Barro com a Cruz de fé cristã no Alto do Itaguassu, e aos poucos todos foram transferindo-se da Aldeia de São João Batista para este outro lado do Rio onde florescia a aldeia e feitoria agrícola de Nossa Senhora da Conceição. A 13 de Janeiro de 1.561, Cristovam Gonçalves é designado Juiz Pedâneo aos 19 de Abril do mesmo ano Itanhaém já tem pelourinho e ganha foro de vila. E assim desenvolveu-se lentamente porque sempre foi uma Vila podre e esquecida até que em 1.624 vem conhecer período de grandeza quando obtém predicamento de Cabeça de Capitania passando a ter jurisdição sobre vasta extensão de terras.
Ao final deste período foi elevada à município em 1.700 torna-se mais ainda um esteio de fé e esperança. Em 1.906 de Conceição de Itanhaém é elevada a categoria de Cidade. E atualmente a idade de Itanhaém foi elevada à categoria de Comarca e Estância Balneária do Estado de São Paulo.
Origem do Nome
Ita - pedra
Nhaém - Sonora ou canta
Itanhaém - Pedra que canta ou pedra que soa.

www.vtn.com.br/cidades/litoraisbrasil/litoralpaulista/litoralsul/itanhaem/itanhaem.php

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VEJA TAMBÉM:

http://www.cidadesdobrasil.com.br/cgi-cn/news.cgi?cl=099105100097100101098114&arecod=19&newcod=879

http://www.grupocirculo4.com.br/turismo2.html

http://www.itanhaemvirtual.com.br/LitoralSul_ARegiao.htm

http://www.itanhaem.sp.gov.br/site_turismo/

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  • Postado em 11:30:47

VOTE NO CRISTO

categorias: TURISMO CULTURAL

 

CAMPANHA CRISTO REDENTOR PARA 7 NOVAS MARAVILHAS DO MUNDO
http://www.votecristo.com.br


CRISTO REDENTOR

O cartão postal do Rio é candidato a figurar na lista das sete novas maravilhas do mundo. Só a mobilização nacional transformará o mais famoso monumento do Brasil em uma das Sete Maravilhas do Mundo. O Cristo Redentor é um dos 21 finalistas do concurso que elegerá, em 7 de julho, os mais importantes cartões-postais do mundo moderno. Participe da campanha "Vote no Cristo. Ele é uma Maravilha"!

A campanha
O maior monumento carioca e mais conhecido símbolo do Brasil está entre 21 finalistas de todo o mundo. Mas, se a eleição fosse hoje, o Cristo não estaria entre as sete novas maravilhas do mundo. Os organizadores da campanha "Vote no Cristo. Ele é uma Maravilha"! estimam que sejam necessários 10 milhões de votos para dar o título ao monumento.

A concorrência é acirrada, e à frente da disputa estão Coliseu (Roma), Muralha da China, Machu Pichu (Peru), Taj Mahal (Índia), Moais (estátuas da Ilha de Páscoa, Chile), Pirâmides do Egito, Acrópolis (Grécia), Alhambra (Espanha), Chichen Itza (México), Hagia Sophia (Turquia), Torre Eiffel (França), Estátua da Liberdade (EUA), Ópera de Sidney (Austrália), Stonehenge (Inglaterra) e Petra (Jordânia). “É uma oportunidade única e vitalícia. Só depende do nosso engajamento. O Corcovado é orgulho nacional e pertence aos brasileiros. Queremos o privilégio de usar esse título”, afirmou Sávio Neves, secretário-executivo da campanha.

A candidatura do Cristo foi formalizada no dia 7 de fevereiro, no Corcovado, com a presença do arcebispo da cidade, Dom Eusébio Scheidt. “Cristo nos elegeu primeiro e agora é hora de nós, cariocas e brasileiros, elegermos o Redentor como a primeira e grande maravilha do mundo. Aqui já é um santuário e é também a cara do Brasil”, declarou o cardeal.

O projeto ‘New Seven Wonders’ foi lançado em 2000, utilizando o mesmo conceito do grego Philon, que no ano 200 antes de Cristo definiu as sete maravilhas ancestrais. A nova lista vai abranger monumentos contruídos pelo homem até o ano 2000 e será anunciada em Lisboa, Portugal.

Em parceria com a Unesco, objetivo do concurso é despertar o interesse mundial por ícones históricos e culturais e sua preservação. Além de atrair mais turistas, os monumentos que serão escolhidos vão ganhar uma verba anual para a sua manutenção.

Das sete maravilhas antigas, todas construídas entre 2.500 e 200 antes de Cristo, só as Pirâmides do Egito resistiram à ação do tempo e dos homens.

O resultado do novo concurso será divulgado no dia 7 de julho, em Lisboa, Portugal.

http://odia.terra.com.br/especial/rio/cristovotacao

 

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A MARAVILHA DO RIO

Mais que um cartão-postal, o Cristo Redentor foi eleito pelos moradores da cidade como "A Maravilha do Rio". E a escolha foi merecida. Do alto de seus 38 metros - e dos 710 metros do Morro do Corcovado - o Cristo é a imagem da fé e da simpatia do povo carioca. O monumento em 2001 completou 70 anos, no dia de Nossa Senhora Aparecida.



Desde o ano de 2000, quando recebeu nova iluminação, o monumento e seus acessos vêm passando por um processo de revitalização. O ponto alto foi a inauguração do acesso mecanizado, com elevadores panorâmicos e escadas rolantes, que aconteceu em 20 de janeiro de 2003. Assim, não é mais preciso enfrentar os 220 degraus que levam à imagem.



Foram instalados três elevadores panorâmicos, cada um com capacidade para 14 pessoas. O acesso é feito por uma área que atende tanto os visitantes que chegam de carro quanto os que desembarcam na plataforma de trem da Estrada de Ferro do Corcovado. O passeio já começa aí, pois a torre, de 31 metros de altura, descortina a primeira vista da cidade. Para completar o acesso à estátua, foram instaladas quatro escadas rolantes - duas em cada direção. Com uma proteção lateral para evitar acidentes, as escadas contam com dispositivos especiais, como alumínio anti-derrapante nos degraus, que garantem o seu perfeito funcionamento e total segurança.



Uma nova comunicação visual também tomou conta do lugar. No mirante, os turistas contam com mapas que apontam para os principais pontos turísticos da cidade, como a Lagoa Rodrigo de Freitas, as Praias de Copacabana e Ipanema e o Estádio do Maracanã. Localizados no parapeito do mirante, eles são de grande ajuda para quem não está acompanhado de um guia turístico.



E antes mesmo de chegar ao Cristo, os visitantes já podem conhecer um pouco da história do cartão-postal. A Estação do Cosme Velho, totalmente revitalizada, transformou-se em um ambiente de lazer e entretenimento moderno e confortável. Uma nova área de embarque foi construída, além de lojas de apoio turístico, sala VIP e auditório. O grande destaque é o Espaço Cultural, onde se perpetua toda a rica história da Estrada de Ferro e do Monumento ao Cristo.

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VEJA TAMBÉM:

http://www.starnews2001.com.br/cristo.html

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CLIQUE AQUI E VEJA A IMAGEM DO CRISTO EM 360º

http://odia.terra.com.br/especial/rio/cristovotacao/360/corcovado.html

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  • Postado em 10:54:42

16.04.07

VIAGEM HISTÓRICA PELO BRASIL

categorias: TURISMO CULTURAL


 

Por Jean Baptiste Debret

( Viagem Pitoresca e Histórica pelo Brasil )

ACESSE EM:

http://bibvirt.futuro.usp.br/imagens/pranchas_de_debret



O francês Jean Baptiste Debret esteve no Brasil entre 1816 e 1831, quando elaborou uma série de "pranchas"(desenhos) que foram inseridas na sua obra Voyage Pitoresque et Historique au Brésil, organizada e escrita depois de seu retorno para a França. A publicação ocorreu em Paris, em 1834, por Firmin Didot frères.

Na sua volta à França, muitos amigos o incentivaram a lançar uma obra literária relatando sua viagem, tomando como base seus desenhos e notas feitos no Brasil. Para viabilizar a publicação o francês elaborou textos que complementavam as imagens.

Debret afirma nos seus escritos que desejava "compor uma verdadeira obra histórica brasileira, em que se desenvolve progressivamente uma civilização que já honra esse povo, naturalmente dotado das mais preciosas qualidades, o bastante para merecer um paralelo vantajoso com as nações mais brilhantes do antigo continente". Para o artista, suas pinturas e notas deveriam ser bastante impessoais, não registrando suas impressões, devendo, portanto, retratar a natureza e a realidade como verdadeiros documentos históricos e cosmográficos.

Voyage Pitoresque et Historique au Brésil foi traduzida para o português por Sérgio Milliet em meados do século XX e é composta por três tomos. O primeiro apresenta os índios e aspectos da mata e de outras formações vegetais nativas; o segundo volume concentra-se nos escravos negros, no pequeno trabalho urbano e nos artesãos e nas práticas agrícolas da época; o terceiro trata de cenas do cotidiano, das manifestações culturais como as festas e as tradições populares.

No livro O Brasil dos Viajantes* é ressaltada a importância do artista:

A contribuição original de Debret está na sua percepção da paisagem. Certamente não da paisagem natural. Mas da paisagem do campo, que revela a visão da natureza cultivada, transformada, pela qual penetra efetivamente na História, e naquela que se fazia a partir do Brasil, da monocultura. Também na percepção da paisagem urbana, enquanto lugar de encontro de uma sociedade heterogênea, que apresenta suas relações cotidianas. A sua concepção urbana é a da cidade fachada, construída como um cenário para a ação predominantemente teatral dos atores sociais, visto com certa graça e ironia. Coube ao gosto neoclássico da missão de artistas franceses, entre outras coisas, a construção do cenário político e o décor do cerimonial da corte. Como outra face da mesma moeda, Debret anotaria a festa popular, o entrudo, o séquito religioso da procissão, o enterro de um negro. A cidade do Rio de Janeiro vista pelo pintor é palco e a principal ação é o desfile. As fachadas estabelecem um limite entre as relações públicas e o usos privados. Salvo engano, pode-se afirmar que só Debret tratou do pequeno comércio e dos serviços, que davam ao centro da capital brasileira a fisionomia sui generis, com negros fazendo a barba na rua.[...]

O humor é a face oposta à do equilíbrio ideal e da serenidade clássica, valores reafirmados pelos clássicos do século XIX. [...] Debret, que instaura o que se poderia comparar com uma espécie de realismo crítico. O passeio das figuras triviais é desmistificador como a postura do romance burguês. O século XIX também é capaz de trocar as cenas eternas dos grandes feitos e a soberania pela gente que passa, pelos efêmeros valores do presente, pela feiúra e pela mais viva contradição.

O ponto de vista de Debret é então o do narrador que comenta, com complacência ou ironia. Seu foco são as máscaras e personificações, a pintura histórica de cenas nacionais e domésticas.



*BELUZZO, A. M. de M. O Brasil dos Viajantes. Fundação Odebrecht/Objetiva/ Metalivros, 1999. v.II, p.84.

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  • Postado em 17:09:35

23.03.07

A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA...SÃO JOÃO DEL REI

categorias: TURISMO CULTURAL

Em São João del-Rei é possível apreciar a evolução urbana de uma vila colonial mineira, cujo núcleo histórico permanece bastante preservado em harmonia com as construções ecléticas do século XIX e as mudanças ocorridas no século XX.

(Cristina Ávila)

Mãos habilidosas tecem fios, criam tramas, moldam formas, esculpem objetos. O variado artesanato dos Campos das Vertentes revela traços do passado arraigados ao ofício do artesão.

 


A arte barroca inspira formas, gestos e cores aos santos e retábulos entalhados em cedro. Peças de prata sustentam a tradição da arte sacra colonial e móveis pintados lembram a beleza dos tetos das capelas e igrejas.

A atividade manufatureira, desenvolvida no século XIX como alternativa para o esgotamento das minas de ouro, produz selas, arreios e outros artefatos de couro.

Objetos de estanho produzidos em São João del-Rei resgatam o uso do metal. A produção atual deriva da primeira fábrica, instalada na cidade nos anos 60, que elaborou moldes a partir de peças antigas da região.

Em Tiradentes, a prata e o latão são matérias-primas de jóias, cálices, castiçais, vasos e cachepôs, forjados manualmente em modelos que se repetem de pai para filho.

Da mesma maneira, peças de cerâmica lembram os tempos da água depositada em bilhas de barro e potes.

O tradicional tear traz à memória a proibição portuguesa de instalar manufaturas na colônia. Colchas, toalhas, tapetes e redes são produzidos em teares por quase toda a comunidade de Resende Costa.

Em Coronel Xavier Chaves, as mulheres tecem a renda de abrolhos em panos rústicos de algodão, que se transformam em toalhas e forros para decorar a casa ao gosto mineiro.

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Objetos de Madeira

A madeira presta-se a utilidades variadas. Artesãos esculpem verdadeiras imagens barrocas, influenciados pela atividade artística do século XVIII. Esculturas populares remetem à cultura mineira: o tropeiro e seu cavalo, flores e frutos do cotidiano também servem de inspiração. Outra tradição são os móveis - rústicos, pintados ou mais sóbrios, produzidos em madeiras nobres.

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Cerâmica

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A tradição herdada de avô para pai e filho é mantida graças a dedicação de 'seu' Tião Paineiras, um respeitado artesão de Tiradentes. A argila é colhida perto de sua casa, misturada com água e colocada sobre o torno manual. Os pés dão velocidade ao girar constante e as mãos, acostumadas às formas, moldam e aprumam o barro que se transforma em potes, moringas e outras peças decorativas.

 

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Tecelagem

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Tecidos e fios de algodão formam a trama básica dos teares mineiros, que permitem inovações constantes. Pontos e desenhos expressam a criatividade de artesãos anônimos, especialmente os de Resende Costa, que produzem peças variadas: umas alegres, outras sóbrias, umas rústicas, outras requintadas. Além do crochê, os 'tapetes de grade' são tradicionais em Prados. Em Coronel Xavier Chaves, o trabalho manual dispensa a armadura dos teares e as mãos tecem livremente delicadas rendas de abrolhos.

FONTE: http://www.cidadeshistoricas.art.br/saojoaodelrei/sjdr_his_p.php

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DICA PARA O PROFESSOR

 Livro Artesãos Do Brasil
Editora Abril

Publicado por Casa Claudia

Em versão bilíngüe (Português/Inglês)  tem suporte gráfico de altíssima qualidade e acabamento de livro de arte.
É o retrato do Brasil, do trabalho de artesãos que vivem espalhados no nosso imenso território.

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  • Postado em 20:05:48